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SCTODODIA

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A banda em festa, vai ter que parar?

Criciúma
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Foto: Celso da Luz / Arquivo Criciúma EC

Criciúma

A banda em festa, vai ter que parar?

Instrumentos, mastros e faixas estão proibidos

CRICIUMA

A cappella ou à capela, é uma expressão de origem italiana, que designa a música vocal sem acompanhamento instrumental. E é assim que deve ser a festa da Barra Os Tigres pelos próximos meses, especificamente até 14 de junho. Isso porque a Polícia Militar de Santa Catarina adotou medidas restritivas contra a torcida após incidentes violentos ocorridos na partida entre Criciúma E.C. e Joinville E.C., no dia 2 de março de 2025, no estádio Heriberto Hülse. Segundo a corporação, torcedores tentaram invadir o setor rival após a eliminação do time da casa, resultando em confronto com a segurança e a Polícia Militar.

Durante a confusão, um torcedor atirou um rojão contra um policial, que ricocheteou no ombro do agente e explodiu próximo aos seus pés, colocando sua integridade em risco. Além disso, torcedores mascarados foram flagrados promovendo atos violentos.

Após a partida, integrantes da torcida organizada teriam planejado um ataque ao ônibus da torcida do Joinville na BR-101, em Içara. Três veículos suspeitos foram identificados, e um deles, um Renault Sandero vermelho, foi abordado com quatro torcedores e uma barra de ferro no interior.

Diante dos eventos, a Polícia Militar aplicou uma sanção contra “Os Tigres”, proibindo a entrada de instrumentos, bandeiras e mastros nos estádios até 14 de junho de 2025, mantendo apenas faixas com patrocínio para minimizar prejuízos financeiros. A medida se baseia na Lei Geral do Esporte (Lei nº 14.597/2023), que prevê punições para torcidas organizadas envolvidas em atos de violência.

A Polícia Militar reafirma seu compromisso com a segurança pública e a paz no esporte, reforçando que atitudes violentas serão combatidas com rigor.

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