Criciúma comemora 146 anos de colonização com missa, cultura e tradição

Programação organizada pela Prefeitura reúne celebrações religiosas, apresentações artísticas e atividades simbólicas no centro da cidade.

Redação

Publicado em: 3 de janeiro de 2026

4 min.
Criciúma comemora 146 anos de colonização com missa, cultura e tradição. - Foto: Divulgação/PMC

Criciúma comemora 146 anos de colonização com missa, cultura e tradição. - Foto: Divulgação/PMC

Criciúma celebra nesta terça-feira (6) os 146 anos de colonização com uma programação especial preparada pelo Governo Municipal. As atividades reúnem fé, cultura e tradição e têm como objetivo homenagear as famílias imigrantes que contribuíram para a formação histórica e social do município.

A programação inicia às 8 horas, com a missa solene na Catedral São José, que contará com a bênção dos povos colonizadores. A celebração religiosa marca simbolicamente o início das homenagens às origens da cidade.

O prefeito de Criciúma, Vagner Espindola, destacou que a data representa o reconhecimento do esforço e da dedicação das famílias que ajudaram a construir o município ao longo de mais de um século. Segundo ele, a comemoração reforça valores como união, trabalho e preservação cultural, que seguem presentes na identidade local.

O vice-prefeito Salésio Lima também ressaltou a importância da celebração como forma de manter viva a memória histórica. Para ele, a iniciativa contribui para fortalecer o sentimento de pertencimento e para transmitir às novas gerações o legado deixado pelos colonizadores.

Corte do bolo e apresentações culturais

Após a missa, está previsto o corte de um bolo de aproximadamente 146 quilos, em alusão ao número de anos de colonização. A ação simboliza o espírito de partilha, perseverança e dedicação que marcou a trajetória dos primeiros habitantes da cidade.

Na sequência, o público poderá acompanhar apresentações culturais com grupos de dança que representam as etnias colonizadoras de Criciúma. As atividades são organizadas pela Associação Cultural Vidas Esperança, entidade que atua no município com projetos voltados à transformação social por meio da cultura e da arte.

Atualmente, a associação atende mais de 150 crianças e adolescentes da rede municipal de ensino, promovendo atividades culturais no contraturno escolar.

A presidente da Fundação Cultural de Criciúma, Cristiane Maccari Uliana Zappelini, explicou que as apresentações fazem parte do Projeto Sete Origens, desenvolvido em parceria com a Associação Cultural Vidas Esperança.

De acordo com ela, o projeto valoriza a história dos primeiros imigrantes e destaca as sete etnias colonizadoras que contribuíram para a formação do município. Sete escolas receberam professores, estrutura pedagógica e figurinos culturais, fortalecendo o ensino e ampliando o conhecimento dos estudantes sobre as raízes históricas de Criciúma.


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