O ano de 2026 começou e, em outubro, teremos eleições para governador, senadores, deputados e, principalmente, a escolha do novo presidente, quando o Brasil decidirá qual rumo deseja seguir pelos próximos anos.
E, como em toda eleição, sempre surge uma enxurrada de informações e difamações de todos os lados, uma verdadeira guerra de narrativas, em que cada um apresenta o seu modo de ver as coisas para tentar convencer os eleitores e, assim, conquistar o cargo desejado.
Um dos lados negativos da democracia é que acabamos escolhendo não os mais competentes, mas os mais populares. Nesse contexto, quem souber lidar melhor com a opinião pública vence.
Nessa batalha entram uma boa equipe de marketing, dinheiro, poder, influência — nem sempre de forma republicana —, mentiras e até práticas ilegais.
2026 é um ano que pode decidir o nosso futuro, levando-nos à liberdade ou à escuridão.
Por isso, devemos estar atentos para não cair nas armadilhas, sempre tentar analisar os fatos por ambos os lados, ponderar e, então, formar a nossa própria convicção e opinião.
Em um país que, nos últimos anos, vem idolatrando políticos como se fossem deuses, a prudência e o equilíbrio são duas virtudes que todos nós devemos buscar e desenvolver.