Polícia Civil confirma investigação de câmeras e nega vídeo do ataque a Orelha

Polícia Civil descarta gravação da agressão, mas analisa mais de mil horas de imagens de câmeras e mantém investigação sobre suspeitos

Redação

Publicado em: 27 de janeiro de 2026

3 min.
Sem vídeo da agressão, Polícia Civil analisa mais de mil horas de imagens - Foto: Divulgação/PCSC

Sem vídeo da agressão, Polícia Civil analisa mais de mil horas de imagens - Foto: Divulgação/PCSC

A Polícia Civil de Santa Catarina negou a existência de um suposto vídeo que mostraria a agressão contra o cão comunitário Orelha, vítima de maus-tratos na Praia Brava, em Florianópolis. A informação foi confirmada nesta terça-feira (27) durante coletiva de imprensa.

Segundo a delegada Mardjoli Adorian Valcaregg, da Delegacia de Proteção Animal da Capital, não há registro em vídeo do momento da agressão. No entanto, a polícia investiga mais de mil horas de gravações provenientes de 14 câmeras de segurança instaladas na região. Também foi confirmada a existência de uma foto de suspeitos compartilhada em um grupo de WhatsApp da comunidade local.

De acordo com a delegada, ao menos 20 pessoas já foram ouvidas no inquérito. Três adultos foram indiciados por coação de testemunhas. O caso envolve um vigia que teria presenciado os maus-tratos. Ele não foi demitido, mas foi afastado por motivos de segurança.

A Polícia Civil reiterou que quatro adolescentes são suspeitos de envolvimento direto no crime, informação já confirmada anteriormente pelo delegado-geral Ulisses Gabriel. As investigações seguem em andamento.

Conhecido também como Preto, o cão Orelha vivia há mais de dez anos na Praia Brava e era cuidado por moradores e pescadores da região.


FIQUE BEM INFORMADO:

Fique por dentro do que acontece em Santa Catarina!
Entre agora no nosso canal no WhatsApp e receba as principais notícias direto no seu celular.
👉 Clique aqui e acompanhe



× SCTODODIA Rádios