Astrônomos acompanham os últimos momentos de observação do asteroide 2024 YR4, descoberto no fim de 2024 e que tem chances mínimas de colidir com a Terra em dezembro de 2032. Estudos recentes chegaram a apontar o Brasil entre as áreas com maior probabilidade de impacto, ao lado de países como Venezuela, Equador, Índia e Etiópia, mas o risco foi praticamente descartado.
O corpo celeste tem entre 50 e 70 metros de diâmetro, tamanho semelhante ao de um prédio de 15 andares. Em um eventual impacto com a Terra, o asteroide se fragmentaria ao entrar na atmosfera, mas os destroços que alcançassem o solo poderiam causar danos significativos em nível regional.
Inicialmente, a chance de colisão chegou a cerca de 3%, índice considerado alto para padrões astronômicos. No entanto, novos cálculos reduziram essa probabilidade para apenas 0,02%, valor próximo de zero.
Os próximos dias são decisivos para o monitoramento do 2024 YR4, que está se afastando e deve entrar em um “ponto cego” no início de março, tornando-se novamente observável apenas em 2028. A maior aproximação com a Terra está prevista para 22 de dezembro de 2032, quando o asteroide passará entre a Lua e o planeta.
Embora o risco para a Terra seja mínimo, cientistas apontam uma chance de cerca de 4% de o asteroide atingir a Lua na mesma data. Caso isso ocorra, o impacto poderia gerar uma cratera de quase um quilômetro e uma explosão visível da Terra, além da possível liberação de detritos capazes de afetar satélites em órbita.
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