Durante décadas, Galvão Bueno figurou entre os profissionais mais bem pagos da televisão brasileira. Principal voz das grandes transmissões esportivas da Rede Globo, o narrador construiu uma carreira marcada por Copas do Mundo, Olimpíadas e decisões históricas, o que se refletiu diretamente em seus rendimentos. No auge, seus ganhos mensais na emissora carioca eram estimados em cerca de R$ 5 milhões, um patamar restrito a poucos nomes do mercado televisivo nacional.
Com a aproximação da Copa do Mundo de 2026, Galvão inicia um novo capítulo profissional fora da Globo. O narrador fechou contrato com o SBT para integrar a cobertura do torneio, mas os números do acordo chamam atenção pela diferença em relação ao passado. Segundo informações de bastidores, o valor negociado varia entre R$ 1 milhão e R$ 1,2 milhão, montante que corresponde ao total pelo trabalho durante toda a competição — e não a um salário mensal.
Atuação limitada aos jogos do Brasil
O contrato firmado com o SBT prevê a participação exclusiva de Galvão Bueno nas transmissões dos jogos da Seleção Brasileira. O narrador não atuará em partidas envolvendo outras seleções, concentrando sua presença apenas nos compromissos do time nacional ao longo do Mundial.
Essa limitação faz parte da estratégia adotada pela emissora para valorizar a presença do narrador em momentos-chave da competição, apostando no vínculo histórico de Galvão com a Seleção e com grandes eventos esportivos.
Modelo de negócio vai além do salário fixo
Apesar da redução significativa no valor pago diretamente pelo SBT, o acordo foi estruturado de forma estratégica. A negociação envolve a N Sports, empresa da qual Galvão Bueno é sócio. Esse modelo permite ao narrador explorar outras frentes de faturamento relacionadas à Copa do Mundo, como contratos publicitários, ações comerciais e projetos de mídia associados às transmissões.
Na prática, o valor pago pela emissora aberta representa apenas uma parte da renda total prevista para o período. A força da marca pessoal de Galvão segue sendo um ativo relevante no mercado, especialmente para patrocinadores interessados em associar sua imagem a grandes eventos esportivos.
Outras fontes de renda mantêm faturamento elevado
Além do contrato com o SBT, Galvão Bueno mantém outras fontes importantes de receita. Ele integra o elenco da Band, onde apresenta o programa “Galvão e Amigos”. O salário mensal nessa emissora é estimado em cerca de R$ 200 mil, garantindo presença constante na televisão aberta.
O maior contrato financeiro da atual fase da carreira do narrador, no entanto, está no streaming. A parceria com a Amazon Prime Video rende aproximadamente R$ 30 milhões por ano, o equivalente a cerca de R$ 2,5 milhões mensais. O acordo reforça a relevância de Galvão no ambiente digital e evidencia a transição de sua atuação para além da televisão tradicional.
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