A Polícia Civil investiga uma servidora pública de 46 anos suspeita de envolvimento no comércio ilegal de medicamentos para emagrecimento no município de Maracajá, no Sul de Santa Catarina. A apuração resultou no cumprimento de mandados de busca e apreensão na tarde desta quarta-feira (4), tanto na residência quanto no local de trabalho da investigada. Não houve prisões.
A investigação aponta para a suposta comercialização clandestina de substâncias sem autorização sanitária, incluindo medicamentos importados de forma irregular e distribuídos fora das normas legais.
Mandados de busca foram cumpridos em dois endereços
As ordens judiciais tiveram como objetivo localizar medicamentos, documentos, registros de vendas e outros materiais que possam contribuir para o esclarecimento dos fatos. As diligências ocorreram simultaneamente na casa da investigada e em seu ambiente de trabalho.
Substância não possui autorização da Anvisa
De acordo com a Polícia Civil, há indícios de que o medicamento para emagrecimento comercializado contenha tirzepatida, substância que não possui registro junto à Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). A ausência de autorização torna ilegal sua importação, armazenamento e venda no Brasil.
Vigilância Sanitária fez o acompanhamento da operação
A operação contou com o apoio da Vigilância Sanitária Regional, devido à suspeita de infrações às normas sanitárias. Durante a ação, diversos materiais foram apreendidos e encaminhados para análise.
Segundo o delegado Lucas Rosa, da Polícia Civil de Araranguá, foram encontrados itens que podem reforçar as suspeitas investigadas.
“Durante as diligências, realizadas em conjunto com a Vigilância Sanitária, foram encontradas cadernetas de anotações, um aparelho celular e três ampolas de anabolizantes. As ampolas foram encaminhadas à perícia para análise, a fim de verificar a sua procedência, possivelmente estrangeira. Outros materiais também foram apreendidos e serão analisados pela Polícia Civil”, afirmou o delegado.
Material apreendido será periciado
Todo o material recolhido passará por perícia técnica para verificar a origem dos produtos, a destinação e eventual ligação com crimes de natureza penal ou administrativa.
A Polícia Civil informou que as investigações continuam em andamento e que novas informações poderão ser divulgadas conforme o avanço dos trabalhos.
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