Sexta-feira 13: entenda a origem da superstição

Crença popular mistura religião, mitologia e cultura pop para explicar por que a data é associada ao azar

Redação

Publicado em: 13 de fevereiro de 2026

4 min.
Sexta-feira 13 entenda a origem da superstição - Imagem: Ilustrativa/Gerada por IA

Sexta-feira 13 entenda a origem da superstição - Imagem: Ilustrativa/Gerada por IA

A sexta-feira 13 é cercada por crenças populares e considerada por muitos um dia de azar. A fama negativa da data atravessa séculos e culturas, misturando religião, mitologia e tradição popular.

O medo associado à data tem até nome: parascevedecatriafobia, quando relacionado especificamente à sexta-feira 13, e triscaidecafobia, no caso do temor ao número 13.

De onde vem a superstição?

A origem exata não é comprovada, mas há explicações históricas e religiosas que ajudam a entender a construção desse imaginário.

No cristianismo, a Última Ceia é um dos principais elementos citados. Eram 13 pessoas à mesa, e Judas Iscariotes — o 13º — teria traído Jesus, que foi crucificado numa sexta-feira. A combinação desses fatores reforçou a associação da data ao infortúnio.

Na mitologia nórdica, outra narrativa contribuiu para a fama do número 13. Em um banquete entre 12 deuses, Loki apareceu sem convite, provocando um conflito que resultou na morte de um deles. A história ajudou a consolidar a ideia de que reuniões com 13 pessoas trariam má sorte.

Idade Média e cultura popular

Durante a Idade Média, a sexta-feira passou a ser ligada ao sobrenatural. A perseguição a cultos pagãos e o fortalecimento da Inquisição alimentaram a visão negativa do dia, associando-o a rituais e eventos considerados malignos.

Já no século XX, livros e filmes ampliaram o alcance da superstição. A obra “Friday, the Thirteenth”, publicada em 1907, e, décadas depois, a franquia de terror “Sexta-feira 13” popularizaram a data como símbolo de medo, consolidando-a na cultura pop.

Superstições que persistem

Mesmo sem comprovação científica, práticas populares continuam sendo seguidas por quem teme a data, como:

  • Evitar passar embaixo de escadas
  • Não quebrar espelhos
  • Desconfiar de gatos pretos
  • Evitar grupos com 13 pessoas

Independentemente da crença, a sexta-feira 13 permanece como um fenômeno cultural que atravessa gerações, misturando história, tradição e imaginação coletiva.


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