Em 2026, idosos em diferentes países passaram a adotar um método simples e acessível para melhorar a mobilidade e preservar a autonomia: exercícios de resistência com bandas elásticas. A prática, que pode ser feita em casa ou em grupo, tem se consolidado como alternativa segura para fortalecer músculos e proteger as articulações na terceira idade.
O uso das chamadas bandas de resistência tem ganhado espaço por oferecer controle de intensidade, baixo risco de impacto e adaptação conforme a capacidade física de cada pessoa. Especialistas apontam que o método contribui para ganhos progressivos de força e equilíbrio, fatores essenciais para prevenir quedas e manter a independência.
Por que as bandas elásticas estão em alta?
Diferentemente de atividades como ciclismo ou natação, que exigem infraestrutura específica, as bandas elásticas são leves, portáteis e de baixo custo. Isso facilita a inclusão de idosos que têm limitações de mobilidade ou dificuldades de deslocamento.
Entre os principais diferenciais do método estão:
- Resistência controlada e ajustável
- Menor impacto sobre as articulações
- Possibilidade de exercícios na posição sentada
- Adaptação para diferentes níveis de condicionamento
- Uso em ambientes domésticos ou em grupos supervisionados
Além disso, as bandas são identificadas por cores que indicam o nível de resistência, permitindo evolução gradual do treino.
Benefícios físicos e cognitivos
Os ganhos vão além do fortalecimento muscular. Estudos na área da saúde indicam que exercícios de resistência podem contribuir para:
- Melhora da coordenação motora
- Aumento do equilíbrio e da estabilidade
- Redução do risco de quedas
- Estímulo à memória e ao raciocínio
- Melhora do humor e da autoestima
O estímulo físico regular também está associado à preservação da autonomia funcional, permitindo que o idoso mantenha atividades diárias com mais segurança e confiança.
Impacto social e emocional
Outro fator relevante é o aspecto social da prática. Quando realizados em grupo, os exercícios com bandas elásticas promovem interação, fortalecem vínculos e ajudam a combater o isolamento social — condição que afeta parte significativa da população idosa.
A convivência regular em atividades coletivas favorece o bem-estar emocional e contribui para a qualidade de vida na terceira idade.
Como incluir o treino na rotina com segurança
Especialistas recomendam que o início da prática seja feito após avaliação individual, principalmente para idosos com doenças crônicas ou limitações físicas. A orientação profissional é importante para definir a resistência adequada e evitar lesões.
A frequência indicada costuma variar entre duas e três vezes por semana, com progressão gradual da intensidade. Inicialmente, a supervisão de um profissional de educação física ou fisioterapeuta é recomendada.
Com disciplina e acompanhamento adequado, os exercícios com bandas elásticas podem se tornar parte da rotina diária, ajudando a preservar mobilidade, independência e qualidade de vida na terceira idade.
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