A Companhia Catarinense de Águas e Saneamento (Casan) mantém ações permanentes de prevenção e combate ao mosquito Aedes aegypti no canteiro de obras da ampliação e modernização da Estação de Tratamento de Esgoto (ETE) Insular, em Florianópolis.
As medidas são realizadas ao longo de todo o ano e ganham reforço na primavera e no verão, períodos de maior incidência de chuvas e temperaturas elevadas, que favorecem a proliferação do mosquito transmissor da dengue, zika, chikungunya e febre amarela.
Inspeções e controle de focos
Entre as ações adotadas estão:
- Inspeções diárias para identificar pontos com água parada;
- Aplicação semanal de mistura de cloro e sal para eliminar ovos e larvas;
- Monitoramento constante das estruturas em construção;
- Gerenciamento adequado de resíduos sólidos e da construção civil.
Segundo o biólogo Renan da Costa, responsável pela supervisão ambiental da obra, a atenção deve ser permanente. “Até mesmo uma tampinha de garrafa pode se tornar um criadouro”, alerta.
Além das ações práticas, a Companhia promove atividades de conscientização e treinamentos com os trabalhadores do canteiro.
Investimento e ampliação do sistema
A obra da ETE Insular prevê quase triplicar a capacidade de tratamento de esgoto, ampliando o atendimento para áreas do Centro e da Bacia do Itacorubi, como José Mendes, Jardim Anchieta, Parque São Jorge e partes do Córrego Grande e Pantanal.
O investimento total no Sistema de Esgotamento Sanitário Insular é de R$ 245 milhões, com recursos da Agência de Cooperação Internacional do Japão (JICA).
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