O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou nesta sexta-feira (6), em entrevista à CNN, que o regime de Cuba pode “cair muito em breve”. A declaração reacendeu o debate internacional sobre o futuro político da ilha e a relação histórica entre Washington e Havana.
Durante a entrevista, Trump indicou que o governo cubano estaria interessado em negociar com os Estados Unidos. Segundo ele, a situação do país caribenho pode se tornar uma das próximas prioridades da política externa norte-americana após a conclusão do conflito envolvendo o Irã.
Trump afirmou ainda que delegou ao secretário de Estado, Marco Rubio, a condução de eventuais negociações. O republicano mencionou a possibilidade de uma transição que chamou de “tomada amigável”, sugerindo um cenário de mudanças políticas sem confronto direto.
O presidente também destacou que Rubio pretende priorizar a resolução da guerra no Oriente Médio antes de avançar nas tratativas relacionadas a Cuba. Ainda assim, Trump disse que o momento seria favorável para mudanças na ilha após décadas de tensões entre os dois países.
Declarações reforçam pressão sobre Havana
Na véspera, Trump já havia comentado o tema na Casa Branca, afirmando que o retorno de cubanos americanos ao país de origem seria apenas uma “questão de tempo”. Ele justificou que o ritmo das ações precisa ser conduzido com cautela para evitar instabilidade ou riscos à segurança.
Segundo o presidente, a estratégia do governo norte-americano é lidar com um conflito internacional por vez, concentrando esforços para garantir estabilidade e segurança para os Estados Unidos.
As declarações voltam a colocar Cuba no centro do debate geopolítico, especialmente diante da longa história de tensões diplomáticas entre os dois países.
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