Projeto da Cidade do Samba é apresentado ao governo de Santa Catarina

Projeto apresentado ao governo prevê complexo cultural de R$ 200 milhões para fortalecer o carnaval e o turismo em Florianópolis

Redação

Publicado em: 13 de março de 2026

3 min.
Projeto da Cidade do Samba é apresentado ao governo de Santa Catarina - Foto: Giovanni Kalabaide/Agência Alesc

Projeto da Cidade do Samba é apresentado ao governo de Santa Catarina - Foto: Giovanni Kalabaide/Agência Alesc

A proposta de construção da Cidade do Samba em Florianópolis foi apresentada ao Governo de Santa Catarina durante reunião realizada na manhã de quinta-feira (12), na Casa d’Agronômica, residência oficial do governador.

O encontro reuniu representantes das escolas de samba catarinenses, da Liga das Escolas de Samba de Santa Catarina (Aliessc) e deputados estaduais da Frente Parlamentar em Defesa do Carnaval, que detalharam o projeto e o conceito arquitetônico do complexo.

A iniciativa prevê a criação de um espaço permanente para as atividades das agremiações, além de um novo polo cultural e turístico para a capital.

Como seria a Cidade do Samba

O projeto prevê a construção de um grande complexo voltado ao carnaval, com estruturas dedicadas às escolas de samba.

Entre os principais pontos da proposta estão:

  • 10 barracões para construção e armazenamento de alegorias;
  • Áreas de concentração e dispersão dos desfiles;
  • Bar temático e museu do carnaval;
  • Preservação da Passarela do Samba Nego Quirido.

A área indicada para o empreendimento fica em um aterro pertencente à União, localizado no trajeto entre o Centro de Florianópolis e o Aeroporto Internacional Hercílio Luz. O investimento estimado é de aproximadamente R$ 200 milhões.

Uso durante todo o ano

Segundo os estudos apresentados, a estrutura não seria utilizada apenas durante o carnaval. A ideia é permitir a realização de eventos culturais, turísticos e corporativos ao longo do ano, ampliando o potencial econômico do espaço.

Durante a reunião, o governador demonstrou apoio à proposta e apontou alternativas para viabilizar o financiamento, como captação por meio de incentivos culturais e participação de empresas públicas e privadas.

O projeto ainda está em fase inicial e depende de etapas administrativas, como regularização da área junto à União e obtenção de licenças ambientais.


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