Uma moradora do bairro Comerciário, em Criciúma, denuncia o abandono de um terreno particular e de uma residência desocupada próximos à sua casa, na Rua João Milioli. Segundo ela, a situação persiste há cerca de dois anos e tem causado transtornos, principalmente pela presença constante de animais e pela sensação de insegurança.
A reclamação foi feita por Dona Glaci Bergman, que afirma conviver diariamente com a proliferação de ratos, lagartos e outros animais vindos de um terreno localizado nos fundos de sua residência, com acesso pela Rua Lauro Müller.
“Tem dias que eu mato três, quatro ratos por dia”, relatou a moradora. Ela afirma que, mesmo não sendo proprietária da área, precisa arcar com a limpeza de uma faixa do terreno para reduzir os riscos. “Eu pago alguém para limpar um pedaço, porque senão os bichos entram na minha casa”, disse.
Terreno particular e falta de manutenção
De acordo com a moradora, o terreno é de propriedade privada e nunca recebeu manutenção adequada desde que ela se mudou para o local. Dona Glaci afirma que tentou contato com os proprietários, mas não obteve retorno.
“Eles ignoraram a minha conversa e eu fui até maltratada. Não quero mais falar com eles”, afirmou.
Ela também relata que a parte frontal do terreno, visível pela rua, aparenta estar limpa, o que pode ter dificultado a identificação do problema por parte do poder público. No entanto, a área dos fundos, que faz divisa com residências, segue com mato alto.
Reclamação já foi levada à prefeitura
A moradora informou que já procurou a prefeitura de Criciúma para relatar o caso. Segundo ela, houve promessa de verificação, mas nenhuma medida concreta foi tomada até o momento.
“Disseram que iam verificar, mas até hoje não vi resposta”, destacou.
Casa abandonada amplia preocupação
Além do terreno, outra situação preocupa os moradores da região: uma casa abandonada na mesma rua. O imóvel, segundo Dona Glaci, está desocupado há cerca de um ano.
O local acumula lixo e também tem contribuído para a presença de animais. Há ainda o receio de que o espaço seja ocupado irregularmente.
“É muito bicho e a gente tem medo que alguém invada. Hoje em dia tudo é perigoso”, afirmou.
Moradores pedem providências
Diante do cenário, a principal reivindicação dos moradores é por ações simples, como a limpeza dos terrenos e fiscalização mais efetiva.
“Só queremos que limpem, para evitar a proliferação dos bichos”, resumiu a moradora.
A situação levanta questionamentos sobre a responsabilidade de proprietários de terrenos e imóveis abandonados, além da necessidade de fiscalização por parte do poder público para evitar riscos à saúde e à segurança da população.
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