Seis meses após a morte de um jovem atropelado na SC-446, em Treviso, no Sul de Santa Catarina, a família segue cobrando respostas e agilidade na investigação. O pai da vítima, Éder Luiz Bro, afirma que o caso ainda carece de etapas fundamentais, como a perícia no celular do motorista envolvido.
De acordo com ele, o aparelho pode ser peça-chave para esclarecer se o condutor utilizava o celular no momento do atropelamento — hipótese levantada desde o início do caso. Apesar de solicitações feitas ao Ministério Público e parecer favorável da promotoria, o procedimento ainda não foi concluído.
“Não se entende o porquê de demorar seis meses para periciar um celular”, afirmou o pai em entrevista.
Questionamentos sobre a dinâmica do acidente
Além da demora na investigação, a família contesta a versão de que o ocorrido tenha sido um acidente. Segundo o relato do pai, há indícios de negligência por parte do motorista, com base em informações presentes no laudo pericial.
Entre os pontos destacados estão:
- Velocidade acima do permitido em trecho com lombada
- Suposta falta de atenção do condutor
- Condições normais do veículo no momento do fato
O pai afirma ainda ter presenciado a situação e sustenta que o motorista estaria utilizando o celular instantes antes do atropelamento.
Processo segue sem conclusão
Outro ponto que gera indignação na família é o andamento judicial do caso. Segundo Éder, decisões como a concessão de habeas corpus ao motorista, logo após o ocorrido, aumentaram a sensação de impunidade.
A família afirma que continuará acompanhando o processo e buscando responsabilização. “Esse caso está só começando. Vai ser investido o que for preciso para que seja feita justiça”, declarou.
Homenagens marcam memória do jovem
Enquanto aguardam desdobramentos na Justiça, familiares e comunidade têm prestado homenagens à vítima. Entre as ações já realizadas estão:
- Nomeação de uma rua no bairro São Pedro, em Treviso
- Criação de um espaço em estrutura comunitária com o nome do jovem
As iniciativas, segundo o pai, buscam manter o legado e contribuir com a comunidade local.
Expectativa por justiça
A principal expectativa da família é que o caso avance para julgamento e que haja responsabilização criminal. A defesa sustenta que ainda há elementos a serem analisados e que o processo está em fase inicial.
O caso segue em acompanhamento pelas autoridades competentes.
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