A greve dos servidores municipais de Florianópolis segue provocando impactos nesta quarta-feira (6), especialmente nas áreas de educação e saúde. O movimento, liderado pelo Sintrasem, continua mesmo após o Tribunal de Justiça de Santa Catarina (TJSC) declarar a paralisação ilegal e determinar a retomada dos serviços em até 24 horas.
Na educação, o número de creches afetadas aumentou. Ao menos 13 Núcleos de Educação Infantil Municipal (NEIMs) estão com atendimento comprometido, enquanto nas Escolas Básicas Municipais não há unidades totalmente fechadas, apesar de 21,3% dos profissionais estarem em greve.
Na saúde, cerca de 11,8% dos trabalhadores aderiram ao movimento. Centros de Saúde como Saco Grande, Novo Continente, Ponta das Canas e Rio Tavares registram maior impacto, além de atendimento prejudicado no CAPS AD Ilha.
A paralisação começou após a categoria rejeitar a proposta apresentada pela prefeitura durante a data-base. A administração municipal reforça que os serviços devem ser normalizados conforme decisão judicial.
Pacientes são orientados a buscar informações pelo Alô Saúde Floripa, no telefone 0800 333 3233, antes de se deslocarem até as unidades.
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