A possível formação de um super El Niño em 2026 acendeu o alerta em Santa Catarina. O tema foi debatido nesta segunda-feira (18) em uma reunião ampliada da Comissão de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável da Alesc.
O encontro reuniu meteorologistas, pesquisadores, universidades e representantes da Defesa Civil para discutir os riscos climáticos previstos para o segundo semestre, incluindo enchentes, temporais e deslizamentos.
Segundo o professor da UFSC e doutor em Meteorologia Reinaldo Hass, o aquecimento das águas do Oceano Pacífico pode provocar um dos episódios mais intensos já registrados.
“Pode ser um super El Niño, talvez algo que nunca vimos”, afirmou.
O meteorologista Ronaldo Coutinho também fez um alerta sobre a frequência das chuvas intensas entre julho e novembro.
“Há risco elevado de enchentes semelhantes ou até piores do que as registradas em 1983”, destacou.
Apesar da preocupação, os especialistas reforçaram que planejamento e prevenção podem reduzir os impactos dos eventos extremos.
O presidente da comissão, deputado Marquito (Psol), afirmou que o Estado precisa tratar a adaptação climática como prioridade permanente e cobrou ações preventivas do poder público.
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