A maior autoridade mundial em medicina esportiva atualizou, após 17 anos, as diretrizes sobre treino de força e trouxe uma conclusão que promete mudar a forma como muita gente encara a musculação: não é preciso treinar até a exaustão para ganhar músculos e saúde.
O novo documento do Colégio Americano de Medicina do Esporte foi publicado em abril de 2026 e analisou 137 estudos com mais de 30 mil adultos saudáveis. A revisão aponta que a consistência é mais importante do que treinos extremos.
Segundo os especialistas, exercícios com peso do corpo, elásticos ou halteres podem gerar resultados semelhantes aos aparelhos de academia. A frequência mínima recomendada é de duas vezes por semana.
Outro ponto que chamou atenção foi a derrubada do famoso “treino até a falha”, quando o músculo chega ao limite máximo. A análise concluiu que parar duas ou três repetições antes já produz ganhos equivalentes, com menor risco de lesões e fadiga.
Além da estética, o treino de força melhora equilíbrio, mobilidade, potência muscular e ajuda na prevenção de doenças cardiovasculares, diabetes, depressão e problemas ligados ao envelhecimento.
Especialistas destacam ainda que o exercício precisa ser sustentável e adaptado à rotina da pessoa. A recomendação agora é clara: mais regularidade e menos sofrimento nos treinos.
Fonte: Revista Marie Claire/O Globo
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