Moradores da região central de Criciúma perceberam um risco no mínimo estranho no céu no fim da tarde desta quinta-feira (12), por volta das 19h30, em direção ao sul. Enquanto o sol já estava indo embora, o traço se destacou. Mas o que seria?
De acordo com o climatologista e engenheiro agrônomo da Epagri de Urussanga, Márcio Sônego, se tratava de uma nuvem funil. Esse tipo de nuvem, de acordo com o profissional, costuma anteceder a formação de um tornado.
“Quando ela toca o chão, aí é que se forma o tornado, onde causa prejuízos materiais na região. Mas ficou só no ar”, explicou Sônego.
O climatologista ressalta ainda que essa nuvem ocorre devido à ascensão do ar quente, que sobe rodopiando em função da condição microclimática da atmosfera, em formato de redemoinho, e configura esse aspecto de nuvem funil.
Já o meteorologista Ronaldo Coutinho, por sua vez, apresenta uma alternativa mais “simples” para o fenômeno. Segundo ele, é possível que seja apenas um rastro de combustível deixado por uma aeronave.
Fonte: Rádio Cidade em Dia
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