Justiça obriga Prefeitura de Criciúma a assumir operação do serviço funerário

A decisão prevê o cumprimento a partir do dia 1º de janeiro

Imagem ilustrativa criada com Inteligência Artificial.
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Os serviços funerários de Criciúma, alvos de polêmicas envolvendo suspeitas de corrupção por parte de servidores públicos e empresários ligados à licitação supostamente fraudulenta, ganham novos capítulos. Isso porque a Justiça de Criciúma emitiu uma decisão que obriga a Prefeitura de Criciúma a “tomar as rédeas” do serviço funerário, que atualmente é gerido por empresas terceirizadas.

Devido a supostas irregularidades e até superfaturamento de alguns serviços, como preços abusivos e licitações supostamente direcionadas, a Justiça obrigadou a Prefeitura de Criciúma a assumir os serviços. As empresas tem até o dia 1º de janeiro para pararem de gerir o serviço funerário e passar isso para a Prefeitura.

Caso haja descumprimento da medida judicial, existirá multa de no mínimo R$ 50 mil para cada item apresentado pelo juízo.

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