Amigos homenageiam mulher que morreu no Rincão: ‘alegre e generosa’

A enfermeira que morreu afogada na madrugada de domingo (19) em uma lagoa de Balneário Rincão trabalhava em uma escola particular de Criciúma

Imagem ilustrativa criada com Inteligência Artificial.
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Chavele de Sousa Warmling era enfermeira e funcionária do Colégio Marista de Criciúma. Ela morreu afogada em uma lagoa localizada em Balneário Rincão na madrugada de domingo (19), em um episódio que deixou familiares, amigos e a comunidade escolar consternados.

De acordo com informações fornecidas pelo Corpo de Bombeiros, Chavele estava acompanhada de um amigo na beira da lagoa. Ao decidir entrar na água para um banho, a enfermeira submergiu nas proximidades das boias de delimitação e não retornou à superfície.

O resgate foi acionado, mas infelizmente a mulher foi encontrada sem vida.

Chavele trabalhava como assistente de Pronto-Atendimento no Colégio Marista, onde era conhecida pela dedicação e carinho com os alunos. Em nota publicada nas redes sociais, a instituição lamentou a perda da colaboradora e manifestou solidariedade à família e amigos.

Depoimentos nas redes sociais

Amigos e colegas de trabalho utilizaram as redes sociais para prestar homenagens à enfermeira.
Makelli, uma das colegas de trabalho, relatou: “Chavele era extremamente generosa e de um grande coração. Lamento profundamente sua partida tão repentina. Ainda essa semana almoçamos juntas, rimos e ela me maquiou.

Demos um até breve e ainda mais tarde nos falamos por mensagem. Minha querida, que o Bom Deus te receba no céu junto com a Boa Mãe. Peço a Ele que neste momento de profunda dor abrace sua família e amigos, pois a saudade já é imensa. Obrigada por tamanha generosidade sempre”, agradeceu.

Pamela, outra colega, falou sobre o carisma e alegria de Chavele: “Chavele era sinônimo de alegria, espontaneidade e afeto, e é assim que vou lembrá-la sempre! Uma grande amiga que o trabalho me deu! O ser humano mais iluminado que eu já conheci! Obrigada por tanto, minha eterna amiga!”, escreveu.

Uma das professoras da escola onde Chavele atuava comentou: “Ela sempre foi muito educada, gentil, comigo e com minhas crianças também”, relembrou.

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