Incêndio expõe abandono de terreno às margens da BR-101

Associação cobra prefeitura e Câmara por fiscalização após fogo ameaçar casas em Maracajá

Imagem ilustrativa criada com Inteligência Artificial.
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Um incêndio de grandes proporções registrado no último sábado, em uma área de vegetação às margens da BR-101, em Maracajá, mobilizou moradores e autoridades e acendeu um alerta sobre a falta de manutenção de terrenos urbanos no município. O fogo durou mais de três horas, gerou intensa fumaça e colocou em risco residências próximas.

A ocorrência foi atendida pelo Corpo de Bombeiros e ganhou repercussão regional. Moradores relataram momentos de apreensão, e alguns chegaram a deixar suas casas por segurança diante da proximidade das chamas.

Associação cobra medidas imediatas

Diante da situação, a Associação Comunitária de Sangão Madalena encaminhou ofícios ao Poder Executivo e ao Poder Legislativo municipal solicitando providências urgentes. Os documentos foram enviados ao prefeito Anibal Brambila e à presidente da Câmara de Vereadores, Gisele Dal Pont.

Entre as principais demandas estão:

  • Fiscalização imediata da área atingida
  • Notificação do proprietário do terreno
  • Adoção de medidas para limpeza e manutenção do local

A entidade também pediu que o Legislativo acompanhe o caso e reforce a fiscalização sobre as ações do Executivo.

Área abandonada aumenta risco de incêndios

Segundo a Associação, o terreno apresenta sinais claros de abandono, com acúmulo de vegetação seca — fator que contribui diretamente para a propagação do fogo.

O presidente da entidade, Gilvan de França, afirmou que o episódio não deve ser tratado como um caso isolado.

“Não foi um episódio isolado, foi um alerta grave. Estamos falando de uma área sem manutenção, que representa risco direto à vida das pessoas. Se nada for feito, pode acontecer algo ainda pior”, destacou.

Comunidade teme novos incidentes

Além do susto causado pelo incêndio, moradores da região demonstram preocupação com a possibilidade de novos focos, caso nenhuma medida preventiva seja adotada.

A Associação reforça que a situação vai além de um problema de limpeza urbana e envolve segurança pública.

“Não estamos tratando apenas de um terreno sujo, mas de uma situação que coloca em risco famílias inteiras. A comunidade não pode conviver com esse tipo de ameaça permanente”, completou Gilvan.

Caso seguirá sendo acompanhado

A Associação Comunitária de Sangão Madalena informou que continuará acompanhando o caso e cobrando providências até que a situação seja resolvida de forma definitiva.

O episódio reforça a importância da fiscalização e da manutenção de terrenos urbanos como medida preventiva para evitar incêndios e garantir a segurança da população.


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