Comércio de Criciúma pode não abrir no feriado de 7 de setembro

Negociação entre sindicatos está travada por denúncia sobre contribuição laboral; valores pagos aos trabalhadores já foram definidos

Comércio de Criciúma pode não abrir no feriado de 7 de setembro - Foto: Tânia Rêgo/Agência Brasil
Comércio de Criciúma pode não abrir no feriado de 7 de setembro - Foto: Tânia Rêgo/Agência Brasil
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O comércio e os supermercados de Criciúma ainda não têm definição sobre o funcionamento na próxima segunda-feira (7), feriado da Independência do Brasil. A negociação entre o Sindilojas e o sindicato que representa os trabalhadores segue sem acordo, a poucos dias da data.

Denúncia trava negociação

Segundo o presidente do Sindilojas, Renato Campos Carvalho, as tratativas estão travadas por uma denúncia apresentada pelo sindicato patronal ao Ministério Público do Trabalho sobre a forma de cobrança e oposição à contribuição sindical laboral.

De acordo com Renato, o sindicato dos trabalhadores condicionou o avanço das negociações à retirada da denúncia. O Sindilojas, porém, afirma que não pretende retirar o procedimento e sugere rediscutir a cláusula relacionada à contribuição.

Valores já foram definidos

Ainda conforme o presidente do Sindilojas, as cláusulas econômicas já estão acertadas. Para o comércio varejista, o trabalhador receberia R$ 110 pelo feriado trabalhado, além de R$ 40 para lanche. Nos supermercados, o valor previsto é de R$ 50.

Apesar disso, sem um acordo sobre a questão sindical, a tendência, até o momento, é de que o comércio de Criciúma não funcione no feriado de 7 de setembro.

Com informações Rádio Cidade Em Dia

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