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Contratos curtos com jogadores atrapalharam o Criciúma, aponta Éder

Futebol
Contratos curtos com jogadores atrapalharam o Criciúma, aponta Éder
Foto: João Vitor Pereira / Criciúma Esporte Clube

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Contratos curtos com jogadores atrapalharam o Criciúma, aponta Éder

Chegar ao fim da temporada sem a certeza de renovações teria sido prejudicial, segundo coordenador

Rebaixado para a Série B do Campeonato Brasileiro, o Criciúma passa a pensar no que fez de certo e errado na atual temporada ao mesmo tempo em que mira reforços para a próxima. Um dos pontos que teria atrapalhado o clube, na visão do ex-atleta e atual coordenador de futebol Éder Citadin, foram os contratos curtos com jogadores que terminaram o ano sabendo que não iriam ficar.

“O clube tem que ser um pouco mais pensativo com o futuro, ter jogadores com dois anos de contrato. Chegamos no fim do ano com alguns jogadores sabendo que não iam ficar e isso atrapalha um pouco. Era uma das coisas que sempre batia na tecla, porque não podemos chegar no final do campeonato e agora correr atrás desses jogadores que estão sem contrato. Alguns não querem ficar, outros falam que não vão ficar porque tem oferta”, declarou Éder.

O coordenador de futebol diz ter ficado “duplamente triste” com o rebaixamento, visto que começou o ano dentro dos gramados e o encerrou fora deles. Com isso, teve a experiência de conviver em dois dos lados que compõem o Criciúma Esporte Clube.

Enquanto coordenador, Éder destaca a importância de se pensar no futuro. A grande maioria do elenco do Criciúma não deve permanecer para a próxima temporada.

“O futebol não acaba, tem que ter uma nova temporada. Esse é um dos pontos que eu sempre batia no ano passado. Infelizmente, não fizemos e isso é uma das coisas que faz com que você perca tempo. Agora tem que correr atrás dos meninos, de quem vai ficar e quem não quer”, pontuou.

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