Apesar de rumores, o setor cerâmico vai bem na região, diz Itaci de Sá

Hoje bem reduzido, setor cerâmico de Criciúma e região se mantém pela qualidade da mão de obra e matéria prima

Joice Quadros

Publicado em: 9 de abril de 2026

3 min.

Foto: Divulgação

As indústrias cerâmicas de Criciúma e região estão bem, diz o presidente do Sindicato dos Trabalhadores no setor, Itaci de Sá. Já das que a Dexco comprou, a Portinari está trabalhando apenas com três fornos e a Ceusa deu férias de 60 dias. Estes são os fatos. Os rumores dão conta que uma das empresas do setor estaria sendo negociada e a Portinari reduziu os fornos “porque está trabalhando com equipamentos mais potentes e modernos”, revelam fontes do setor.

Mas, se este setor reduziu para menos da metade a sua geração de postos de trabalho, que em tempos de auge da produção chegou a contar com mais de 10 mil empregos diretos, “não é verdade que vai terminar por aqui”, diz Itaci de Sá, “porque a melhor mão  de obra e a melhor matéria prima do Brasil estão aqui e exportamos mão de obra até para a Argentina”, destaca, referindo-se à produção de pisos e revestimentos cerâmicos.

As empresas associadas ao Sindiceram, que reúne as indústrias cerâmicas do Sul do Estado, são: a Angel Grês, a Portinari, a Elizabeth, a Pisoforte e a Gabriela, em Criciúma; a Cejatel, em Jaguaruna; a Ceusa, em Urussanga; a Eliane, em Cocal do Sul; a Giseli, em Imbituba e a Itagres, em Tubarão. O setor cerâmico emprega hoje, na região, 4 mil trabalhadores. Das empresas da Cecrisa que a Dexco comprou somente a Portinari está em atividades.



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