Imposto de Renda 2026: veja quais documentos separar

Organização dos comprovantes do ano-base 2025 é essencial para evitar erros e aumentar as chances de restituição

Redação

Publicado em: 24 de março de 2026

6 min.
Imposto de Renda 2026 veja quais documentos separar. - Foto: Canva

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Iniciou a temporada de entrega da Declaração do Imposto de Renda (IR) 2026. Portanto, os contribuintes deverão dar início à separação dos registros referentes ao ano-calendário 2025.

A organização documental é o mecanismo mais eficaz para a otimização da restituição e a mitigação de riscos na malha fiscal, especialmente diante do crescente rigor no cruzamento eletrônico de dados entre instituições financeiras, prestadores de serviço e a Receita Federal (RF).

Todavia, a dúvida é: quais documentos preciso para a minha declaração?

Identificação e Dados Cadastrais: A base da declaração exige a atualização dos dados do titular e dependentes. É imperativo portar os números de CPF de todos os seus dependentes, independentemente da idade. Adicionalmente, deve-se manter o Título de Eleitor e o comprovante de residência atualizados, além dos dados bancários para viabilizar o crédito da restituição ou o agendamento de quotas de imposto devido.

Comprovantes de Rendimentos: Informe de Rendimentos disponibilizados pelas fontes pagadoras e instituições financeiras;

Vínculo Empregatício: Rendimentos tributáveis, contribuições previdenciárias, imposto retido na fonte e eventuais descontos de planos de saúde e coparticipação;

Sistema Financeiro: Extratos de conta corrente, poupança e investimentos;

Previdência Social: Aposentados e pensionistas devem emitir o extrato específico através do portal ou aplicativo Meu INSS.

Composição de Bens e Direitos

Mudanças no patrimônio ocorridas em 2025 exigem documentação detalhada para evitar inconsistências na evolução patrimonial:

Imóveis: Dados da escritura, a data de aquisição, IPTU; em casos de financiamento o saldo devedor e as parcelas pagas no exercício.

Veículos: Renavam, informações do vendedor ou comprador em casos de alienação.

Despesas Dedutíveis: As deduções são as principais ferramentas para a redução da carga tributária, mas também a maior causa de retenção em malha fina por falta de comprovação;

Saúde: Recibos e notas fiscais de serviços de saúde, tais como: médicos, odontológicos e hospitalares que contenham o CPF ou CNPJ do prestador do serviço;

Instrução: Comprovantes de mensalidades escolares de ensino regular (infantil à pósgraduação); cursos livres e de idiomas permanecem indedutíveis;

Previdência Complementar: Os comprovantes de aportes em planos PGBL, que permitem a dedução de até 12% da renda bruta tributável.

Declaração Pré-Preenchida: A Receita recomenda a elevação do nível de segurança da conta no portal gov.br para as categorias Prata ou Ouro. Essa qualificação permite o acesso à Declaração Pré-Preenchida, funcionalidade que importa automaticamente dados de fontes pagadoras e despesas médicas reportadas via DMED. Embora minimize erros de digitação, a conferência humana dos dados importados continua sendo obrigatória.


Cultura, turismo e economia: um ciclo de crescimento inteligente

A Cia. Barbixas de Humor volta a Florianópolis para quatro sessões do espetáculo “Improvável” no palco do Teatro Ademir Rosa, no Centro Integrado de Cultura (CIC). As apresentações ocorrerão nos próximos dias 28 (às 18h e às 21h); e 29 (às 17h e às 20h).

Improvável  Cia Barbixas de Humor. - Foto: Divulgação
Foto: Divulgação

Criado pelo trio de humoristas Anderson Bizzocchi, Daniel Nascimento e Elidio Sanna (os Barbixas), “Improvável” é um espetáculo de improvisação teatral onde as cenas são criadas na hora, a partir das ideias da plateia. O espetáculo surgiu em 2007 e é baseado no formato de jogos de improviso, onde um mestre de cerimônias apresenta as regras e escolhe um tema sugerido pela plateia, levando os atores a improvisar cenas sem nenhuma preparação prévia.


“O orçamento nacional deve ser equilibrado. As dívidas devem ser reduzidas, a arrogância das autoridades deve ser moderada e controlada. Os pagamentos a governos externos devem ser reduzidos se a Nação não quiser ir à falência. As pessoas devem, novamente, aprender a trabalhar, em vez de viver por conta pública.” Cícero – Roma – 55 a.C.



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