Municípios do interior do Rio Grande do Sul decretaram situação de emergência após enfrentarem desabastecimento crítico de combustíveis, especialmente diesel. A medida foi adotada na última semana diante do risco de paralisação de serviços essenciais e prejuízos à safra agrícola.
A crise já atinge quase metade das prefeituras gaúchas e preocupa autoridades pela possibilidade de impacto direto na economia local, principalmente em regiões dependentes do agronegócio.
Impactos imediatos
- 142 prefeituras relataram falta de diesel
- Suspensão de obras e uso de maquinário
- Prioridade no abastecimento de ambulâncias
- Risco de interrupção no transporte escolar
Sem combustível, produtores enfrentam dificuldades para escoar a produção, o que pode gerar perdas significativas no campo.
Entenda a crise
A escassez tem origem em fatores internacionais. Especialistas apontam que a instabilidade no Oriente Médio, com o fechamento parcial do Estreito de Ormuz — rota de cerca de 30% do petróleo mundial —, afetou a oferta e elevou os preços.
No Brasil, a Agência Nacional do Petróleo (ANP) informou que monitora a situação e que medidas logísticas já foram adotadas para normalizar o abastecimento. A expectativa é de que o diesel volte gradualmente ao interior ao longo da semana.
Enquanto isso, a Federação das Associações de Municípios do Rio Grande do Sul (Famurs) deve acionar os governos estadual e federal em busca de soluções para evitar o agravamento da crise.
FIQUE BEM INFORMADO: 📲 Fique por dentro do que acontece em Santa Catarina!
Entre agora no nosso canal no WhatsApp e receba as principais notícias direto no seu celular.
👉 Clique aqui e acompanhe