Estudante de Florianópolis é único de SC em seleção de astronomia

Aluno da Capital conquista medalha de ouro, avança entre os melhores do país e segue na disputa por vaga em olimpíadas internacionais de astronomia

Redação

Publicado em: 18 de março de 2026

4 min.
Estudante de Florianópolis é único de SC em seleção de astronomia - Foto: Reprodução

Estudante de Florianópolis é único de SC em seleção de astronomia - Foto: Reprodução

O estudante Arthur Gonçalves Artoni, de 17 anos, foi o único catarinense classificado no Torneio Seletivo de Astronomia e Astrofísica (TSA2). Aluno do COC Floripa | Escola SEB, ele conquistou medalha de ouro na etapa realizada na última semana, no Rio de Janeiro, e avançou para a fase de treinamentos que definirá os representantes do Brasil em competições internacionais.

Agora, Arthur integra um grupo seleto de 45 estudantes de todo o país que participarão de encontros de preparação em abril e maio, também no Rio. Ao final, apenas 10 alunos serão escolhidos para representar o Brasil na Olimpíada Internacional de Astronomia e Astrofísica (OIAA), no Vietnã, e na Olimpíada Latino-Americana de Astronomia e Astronáutica (OLAA), na Colômbia.

Caminho até a classificação

A trajetória começou na Olimpíada Brasileira de Astronomia e Astronáutica (OBA) 2025, que reuniu mais de 1,5 milhão de estudantes de quase 14 mil escolas. Para avançar, era necessário alcançar nota mínima 7 na primeira fase.

Após essa etapa:

  • 18 mil alunos seguiram para a seletiva internacional online
  • 135 avançaram para a fase presencial
  • Apenas 45 foram classificados para os treinamentos finais

Arthur foi um dos destaques, garantindo medalha de ouro no processo.

Alto nível de exigência

De acordo com o professor Ewerson Ribeiro, responsável pelas Olimpíadas do Conhecimento no COC Floripa, o nível da prova foi elevado.

“A prova teórica deste ano foi extremamente difícil. Eram 25 questões para resolver em três horas, e a média geral dos alunos foi praticamente metade da registrada na mesma prova no ano passado. Isso gerou muita pressão entre os participantes, mas esse nível de dificuldade é necessário para identificar os estudantes mais preparados para representar o Brasil nas etapas internacionais”, explica.

Com o resultado, o estudante catarinense segue na disputa por uma vaga entre os representantes brasileiros nas principais competições de astronomia do mundo.


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