Santa Catarina registrou seis casos suspeitos de Mpox nos primeiros meses de 2026, segundo dados da Secretaria de Estado da Saúde (SES/SC). As notificações foram feitas na Grande Florianópolis e acompanham o cenário nacional de aumento de registros no início do ano.
De acordo com a pasta, os casos suspeitos estão distribuídos nos seguintes municípios:
- Biguaçu;
- Florianópolis;
- Santo Amaro da Imperatriz;
- Palhoça.
Até o momento, a Diretoria de Vigilância Epidemiológica (DIVE) mantém o monitoramento das ocorrências e reforça que todos os casos suspeitos devem ser notificados imediatamente, já que a Mpox integra a Lista Nacional de Notificação Compulsória.
Histórico da doença no Estado
Entre 2022 e dezembro de 2025, Santa Catarina contabilizou 598 casos confirmados de Mpox em 33 municípios. No período, houve um óbito registrado, em dezembro de 2022. A vítima, conforme a SES/SC, era um paciente imunodeprimido.
A notificação obrigatória permite que as equipes de saúde realizem investigação e rastreamento de contatos, reduzindo o risco de novas cadeias de transmissão.
Como ocorre a transmissão
A Mpox é transmitida principalmente por contato próximo com:
- Lesões cutâneas;
- Fluidos corporais;
- Materiais contaminados, como roupas e lençóis.
Também pode ocorrer transmissão entre pessoas por contato físico prolongado e, de forma menos comum, por gotículas respiratórias. A transmissão do vírus cessa quando as crostas das lesões desaparecem.
Sintomas e período de incubação
O período de incubação da Mpox varia de 5 a 21 dias, com média entre 6 e 13 dias.
Entre os principais sintomas estão:
- Febre;
- Dor de cabeça;
- Dores musculares e nas costas;
- Cansaço;
- Gânglios linfáticos inchados;
- Erupções cutâneas.
As lesões geralmente começam no rosto e podem se espalhar para mãos, pés, genitais e mucosas.
Quando procurar atendimento
A Secretaria de Estado da Saúde orienta que pessoas com início súbito de lesões em mucosas ou erupções cutâneas agudas — como bolhas e pústulas — procurem imediatamente uma unidade de saúde.
Além disso, é recomendado:
- Evitar contato físico íntimo ou próximo com pessoas que apresentem lesões suspeitas;
- Reforçar a higiene das mãos com água e sabão ou álcool em gel;
- Cumprir isolamento e seguir orientação médica em caso de suspeita ou confirmação.
A SES/SC reforça que o acompanhamento rápido dos casos é essencial para evitar a disseminação da doença no Estado.
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