O Real Madrid se pronunciou na manhã desta quinta-feira (19) sobre a denúncia de racismo feita por Vinicius Júnior contra o meia Gianluca Prestianni, do Benfica. O caso ocorreu durante a partida de ida dos playoffs da Champions League, disputada em Lisboa.
Em nota oficial, o clube espanhol informou que entregou à Uefa todas as provas disponíveis relacionadas aos “inaceitáveis episódios de racismo” registrados na última terça-feira (17), além de ter colaborado ativamente com a investigação aberta pela entidade que administra o futebol europeu.
Segundo o Real Madrid, a documentação foi encaminhada para auxiliar na apuração conduzida por um inspetor de Ética e Disciplina designado pela Uefa.
Entenda o caso
A denúncia ocorreu após Vinicius Júnior marcar o gol da vitória do Real Madrid por 1 a 0 sobre o Benfica. De acordo com o relato do atacante brasileiro, ele teria sido chamado de “macaco” por Gianluca Prestianni durante uma discussão em campo.
Diante da acusação, o árbitro francês François Letexier acionou o protocolo antirracismo da Uefa, interrompendo a partida por cerca de dez minutos. Após a paralisação, o jogo foi retomado e seguiu até o apito final.
A Uefa abriu procedimento para investigar o episódio e designou um inspetor responsável por analisar as provas e ouvir as partes envolvidas.
Nota oficial do Real Madrid
No comunicado divulgado nesta quinta-feira, o clube reforçou o apoio ao jogador e reiterou seu posicionamento contra o racismo no esporte.
“O Real Madrid C. F. informa que hoje forneceu à UEFA todas as provas disponíveis sobre os incidentes ocorridos na última terça-feira, 17 de fevereiro, na partida da Champions League que nossa equipe disputou em Lisboa contra o SL Benfica.
Nosso clube colaborou ativamente com a investigação aberta pela UEFA após os inaceitáveis episódios de racismo vividos durante essa partida.
O Real Madrid agradece o apoio unânime, o suporte e o carinho que nosso jogador Vinicius Jr. tem recebido de todos os âmbitos do futebol mundial.
O Real Madrid continuará trabalhando, em colaboração com todas as instituições, para erradicar o racismo, a violência e o ódio no esporte e na sociedade.”
O caso agora segue sob análise da Uefa, que poderá aplicar sanções caso sejam confirmadas as acusações.
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