Justiça dos EUA descarta pena de morte para Luigi Mangione, responsável por assassinato de CEO

O caso envolve um dos executivos mais influentes do setor de saúde nos Estados Unidos e continua a atrair atenção nacional

Eduardo Fogaça

Publicado em: 30 de janeiro de 2026

3 min.
Justiça dos EUA descarta pena de morte para Luigi Mangione, responsável por assassinato de CEO. Foto: Divulgação

Justiça dos EUA descarta pena de morte para Luigi Mangione, responsável por assassinato de CEO. Foto: Divulgação

Luigi Mangione não enfrentará a pena de morte pelo suposto assassinato do CEO da UnitedHealthcare, Brian Thompson, ocorrido em dezembro de 2024. A decisão foi tomada por uma juíza federal distrital dos Estados Unidos e representa uma derrota para os promotores federais que defendiam a punição máxima no caso.

A magistrada Margaret Garnett decidiu nesta sexta-feira (30) que a acusação não poderá pedir a pena capital durante o julgamento. Apesar disso, a juíza autorizou a utilização, como provas, dos materiais encontrados na mochila de Mangione no momento de sua prisão.

Provas serão mantidas no julgamento

Durante a abordagem policial, agentes apreenderam diversos itens que, segundo as autoridades, ligam diretamente o acusado ao crime. Entre os objetos recolhidos estavam:

  • Uma pistola;
  • Um carregador municiado;
  • Um caderno vermelho, considerado peça-chave pela investigação.

Esses materiais haviam sido alvo de contestação por parte da defesa, que tentou impedir sua inclusão no processo.

Defesa alegou busca ilegal

Os advogados de Luigi Mangione argumentaram que a busca na mochila foi realizada de forma ilegal. Segundo a defesa, os policiais ainda não possuíam um mandado judicial e não havia qualquer ameaça imediata que justificasse uma revista sem autorização prévia.

Mesmo com esses argumentos, a juíza entendeu que as circunstâncias da prisão permitiam a apreensão dos itens e autorizou o uso das provas no julgamento.

Caso segue para julgamento

Com a decisão, o processo segue na Justiça federal sem a possibilidade de aplicação da pena de morte, mas com a manutenção de evidências consideradas centrais para a acusação. O caso envolve um dos executivos mais influentes do setor de saúde nos Estados Unidos e continua a atrair atenção nacional.

A data do julgamento ainda não foi divulgada oficialmente.


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