A Meta, o TikTok e o YouTube começam a enfrentar nesta semana um julgamento no Tribunal Superior da Califórnia, em Los Angeles, acusadas de contribuir para uma crise de saúde mental entre jovens usuários. O caso envolve uma jovem de 19 anos, identificada como K.G.M., que afirma ter desenvolvido vício nas plataformas ainda na adolescência.
Segundo a ação, o design dos aplicativos teria estimulado o uso excessivo, agravando quadros de depressão, pensamentos suicidas, além de episódios de bullying e extorsão. A seleção do júri começa nesta terça-feira (27). A autora pede indenização financeira, com valor não especificado.
Este é o primeiro de uma série de processos que devem chegar aos tribunais em 2026 sobre o chamado “vício em mídia social” entre crianças e adolescentes. A defesa das empresas sustenta que não há relação direta entre os produtos e os problemas de saúde mental alegados.
O julgamento pode ter desdobramentos na Suprema Corte dos Estados Unidos e ocorre em meio a esforços das big techs para reforçar ferramentas de controle parental e defender a segurança de suas plataformas para jovens usuários.
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