Minha Casa, Minha Vida amplia renda e valor de imóveis

Mudanças aprovadas elevam teto para R$ 13 mil e ampliam acesso ao financiamento habitacional no país

Ewertom Rodrigues

Publicado em: 24 de março de 2026

4 min.
Governo amplia renda para até R$ 13 mil no Minha Casa, Minha Vida e aumenta valor dos imóveis financiados

Governo amplia renda para até R$ 13 mil no Minha Casa, Minha Vida e aumenta valor dos imóveis financiados. - Foto: Reprodução/Agência Brasil

O programa Minha Casa, Minha Vida terá mudanças importantes que ampliam o acesso ao financiamento habitacional no Brasil. O Conselho do FGTS aprovou novas regras que aumentam tanto o limite de renda das famílias quanto o valor máximo dos imóveis que podem ser financiados.

A atualização faz parte da estratégia do governo federal para ampliar o alcance do programa, criado em 2009 e retomado recentemente como uma das principais políticas públicas voltadas à habitação.

Faixas de renda são ampliadas

Com as novas regras, mais famílias passam a se enquadrar nos critérios do programa. O limite de renda foi elevado em todas as faixas, incluindo a criação de um teto que chega a R$ 13 mil mensais.

Confira como ficam os novos valores:

  • Faixa 1: até R$ 3.200
  • Faixa 2: até R$ 5.000
  • Faixa 3: até R$ 9.600
  • Faixa 4: até R$ 13.000

A ampliação permite que famílias de renda média, que antes ficavam fora do programa, possam agora acessar condições facilitadas de financiamento.

Limite dos imóveis também sobe

Outra mudança relevante está no valor máximo dos imóveis financiados, que foi reajustado principalmente nas faixas mais altas.

Veja os novos limites:

  • Faixas 1 e 2: entre R$ 210 mil e R$ 275 mil, conforme a região
  • Faixa 3: até R$ 400 mil
  • Faixa 4: até R$ 600 mil

Com isso, os beneficiários ganham mais opções de imóveis, incluindo unidades maiores ou melhor localizadas.

Juros mais baixos seguem como diferencial

O programa mantém taxas de juros abaixo das praticadas no mercado. Dependendo da renda, os financiamentos podem ter juros entre 4% e 10% ao ano.

O cenário atual de juros elevados no país reforça a importância dessa vantagem. A taxa básica (Selic) está em 14,75% ao ano, enquanto financiamentos tradicionais costumam ter taxas próximas de 12%.

Objetivo é ampliar acesso à moradia

A reformulação do Minha Casa, Minha Vida busca reduzir o déficit habitacional e estimular o setor da construção civil. Ao ampliar os limites de renda e os valores financiáveis, o governo tenta alcançar um público maior e facilitar a conquista da casa própria.

As novas regras ainda dependem de publicação oficial, mas já sinalizam uma expansão relevante do programa no país.

*Com informações do g1


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