Queijo de Pomerode entra na lista dos melhores do mundo em 2026

Produzido artesanalmente em Santa Catarina, o Morro Azul é o único queijo brasileiro a figurar na seleção internacional da Culture Magazine em 2026

Redação

Publicado em: 14 de janeiro de 2026

3 min.
Queijo de Pomerode entra na lista dos melhores do mundo em 2026 - Foto: Reprodução

Queijo de Pomerode entra na lista dos melhores do mundo em 2026 - Foto: Reprodução

Um queijo artesanal produzido em Pomerode, no Vale do Itajaí, em Santa Catarina, conquistou destaque internacional em 2026. O Morro Azul foi incluído na lista dos melhores queijos do mundo pela Culture Magazine, uma das publicações mais respeitadas do setor queijeiro dos Estados Unidos. A seleção foi divulgada no dia 9 de janeiro, e o produto catarinense é o único representante brasileiro na categoria de queijos feitos com leite de vaca.

Conhecido pela alta cremosidade, o Morro Azul passa por um processo artesanal de produção e cerca de 20 dias de maturação, período em que desenvolve sabor, aroma e textura próprios, além de eliminar naturalmente toda a lactose. De acordo com Juliano Mendes, sócio da Vermont Queijos Especiais, o queijo é mais suave nos primeiros dias e ganha intensidade após cerca de 30 dias, com notas amanteigadas, mofadas e aromas que lembram cebola e alho.

A queijaria é comandada por Juliano e o irmão, que já atuaram no mercado cervejeiro e hoje aplicam a mesma filosofia na produção de queijos. Segundo eles, o foco está em produzir aquilo que gostam de consumir.

O Morro Azul leva apenas ingredientes básicos: leite, cálcio e fermentos lácteos. Após a produção, o queijo é salgado e envolto em um anel de carvalho, que contribui para a estrutura e para a composição do aroma e do sabor. O nome faz referência ao Morro Azul, ponto turístico de Pomerode conhecido pela vista panorâmica da cidade e pelos tons azulados das hortênsias na primavera e no verão.

Na harmonização, o queijo combina com cervejas de baixo amargor e perfil maltado, como Kölsch, Pilsen, Weizenbier e Tripel, além de vinhos brancos secos e espumantes. Também pode ser consumido com pães, geleias, mel ou aquecido para realçar a cremosidade.


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