Trump descarta cessar-fogo e eleva tensão com o Irã

Presidente dos EUA afirma que conflito segue sem negociação e indica continuidade da ofensiva no Oriente Médio

Ewertom Rodrigues

Publicado em: 20 de março de 2026

4 min.
Trump rejeita cessar-fogo com o Irã, declara vitória e reforça envio de tropas ao Oriente Médio

Trump rejeita cessar-fogo com o Irã, declara vitória e reforça envio de tropas ao Oriente Médio. - Foto: Anna Moneymaker/Getty Images

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou nesta sexta-feira (20) que não pretende interromper o conflito contra o Irã com um cessar-fogo. A declaração foi feita durante conversa com jornalistas na saída da Casa Branca.

Segundo o republicano, embora haja espaço para diálogo, um acordo para suspender as hostilidades não está nos planos neste momento. A justificativa, de acordo com ele, está no cenário atual do confronto.

Avaliação de superioridade militar

Trump indicou que os Estados Unidos estariam em vantagem na guerra e descreveu o Irã como enfraquecido militarmente. Em sua fala, citou a ausência de estruturas estratégicas e de defesa por parte do país.

O presidente também afirmou que lideranças iranianas teriam sido atingidas ao longo das operações, sem detalhar números ou apresentar comprovações públicas das declarações.

Declaração de vitória

Durante a entrevista, Trump foi além e declarou que os Estados Unidos já teriam alcançado seus objetivos no conflito.

A afirmação ocorre mesmo diante da continuidade das operações e da ausência de um acordo formal que encerre a guerra, o que mantém o cenário de instabilidade na região.

Tentativas diplomáticas não avançaram

Antes da escalada militar, representantes norte-americanos participaram de negociações com o objetivo de evitar o confronto direto. As tratativas envolveram nomes ligados ao governo, mas não resultaram em consenso.

A falta de acordo diplomático contribuiu para o agravamento da crise e o início das ações militares.

Reforço militar no Oriente Médio

Nos últimos dias, os Estados Unidos intensificaram a presença militar no Oriente Médio. O envio de milhares de fuzileiros navais e marinheiros à região sinaliza preparação para a continuidade do conflito.

A movimentação reforça a avaliação de que não há, no curto prazo, perspectiva de redução das tensões, aumentando a preocupação internacional com os desdobramentos da guerra.


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