O governo federal publicou portaria que amplia em 20% a cota de pesca da tainha para a safra de 2026 em todas as modalidades. A decisão foi oficializada na última sexta-feira (27), em documento conjunto do Ministério da Pesca e Aquicultura e do Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima.
Neste ano, o limite total de captura no país é de 8.160 toneladas. Em 2025, Santa Catarina respondeu por mais de 2,5 mil toneladas, consolidando-se como protagonista na atividade.
Destaque para o emalhe anilhado
O grande destaque da última temporada foi a modalidade de emalhe anilhado, que somou 1,1 mil toneladas capturadas por 121 embarcações autorizadas em Santa Catarina.
No ano passado, os limites estabelecidos chegaram a ser questionados por pescadores catarinenses, e houve ampliação da cota após negociações com o Ministério da Pesca.
Como ficam as cotas para 2026
Com o reajuste, os limites para a próxima safra ficaram definidos da seguinte forma:
- 1.094 toneladas para emalhe anilhado (exclusivo do litoral de SC);
- 1.332 toneladas para arrasto de praia (exclusivo do litoral de SC);
- 2.070 toneladas para emalhe costeiro de superfície (litoral do Sudeste e Sul);
- 720 toneladas para cerco/traineira (litoral do Sudeste e Sul).
Além disso, permanece a cota de 2.760 toneladas destinada ao estuário da Lagoa dos Patos, no Rio Grande do Sul.
A ampliação é vista como positiva para os pescadores catarinenses, que têm na pesca da tainha uma das atividades mais tradicionais e economicamente relevantes do Estado.
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