O acúmulo de lixo na cabeceira de uma ponte na Rua Oswaldo Gomes, no bairro São Francisco, em Criciúma, tem gerado preocupação entre moradores e autoridades. O problema foi constatado nesta semana durante visita do vereador Antônio Córdova de Oliveira, o Toninho da Figueira, que alertou para os riscos ambientais e à saúde pública causados pelo descarte irregular.
Segundo o parlamentar, além do impacto visual e do mau cheiro, o material jogado às margens do rio pode provocar entupimentos, contribuir para alagamentos e agravar a poluição do Rio Araranguá, especialmente em períodos de chuva intensa.
Entulho e móveis descartados às margens do rio
No local, é possível identificar diversos tipos de resíduos, como sacolas de lixo, peças de guarda-roupa, pia de banheiro, pneus, garrafas e até carrinho de bebê. Parte do material fica presa na base da ponte, aumentando o risco de obstrução do fluxo da água.
Com a chegada do verão e o registro de chuvas mais fortes, a preocupação aumenta. O acúmulo de resíduos pode provocar transbordamentos e atingir residências próximas, além de comprometer a qualidade da água.
“O lixo acaba enganchando na margem do rio ou na cabeceira da ponte e traz transtorno para outras famílias”, destacou o vereador durante a visita.
Município tem coleta regular, mas problema persiste
De acordo com o vereador, a coleta de lixo ocorre três vezes por semana na comunidade. Mesmo assim, moradores ainda descartam resíduos de forma irregular, jogando sacos e objetos diretamente no rio ou em vias públicas.
Ele reforça que a população pode solicitar recolhimento adequado por meio do telefone 156, canal oficial da prefeitura para abertura de protocolos. O registro formal fortalece a atuação do poder público e facilita o encaminhamento da demanda aos órgãos responsáveis.
“É importante ligar, abrir protocolo e descartar o lixo na frente da própria casa, no local correto. Assim, conseguimos cobrar providências junto à prefeitura e à empresa responsável pela coleta”, afirmou.
Risco ambiental e à saúde pública
O descarte irregular não afeta apenas a paisagem urbana. A poluição do Rio Araranguá pode trazer consequências ambientais e sanitárias, como proliferação de insetos, contaminação da água e aumento do risco de doenças.
Além disso, o entulho acumulado pode servir de foco para animais peçonhentos e contribuir para enchentes em períodos chuvosos, prejudicando moradores da região.
A orientação das autoridades é para que a população denuncie casos de descarte irregular e registre as ocorrências junto aos canais oficiais do município. A colaboração da comunidade é apontada como fundamental para evitar novos episódios.
A situação segue sendo acompanhada, e a expectativa é de que medidas de conscientização e fiscalização sejam intensificadas no bairro.
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