Após ser dado como morto, “Sicário” de Daniel Vorcaro segue em estado grave

Segundo o advogado Robson Lucas da Silva, o quadro clínico é estável dentro da gravidade

Eduardo Fogaça

Publicado em: 6 de março de 2026

4 min.
Após ser dado como morto, “Sicário” de Daniel Vorcaro segue em estado grave. Foto: Divulgação

Após ser dado como morto, “Sicário” de Daniel Vorcaro segue em estado grave. Foto: Divulgação

A defesa de Luiz Phillipi Machado de Moraes Mourão, conhecido como “Sicário”, informou nesta quinta-feira (5) que o estado de saúde dele permanece grave após uma tentativa de tirar a própria vida enquanto estava sob custódia da Polícia Federal (PF).

Mourão está internado no Hospital João XXIII, em Belo Horizonte (MG), onde segue em monitoramento constante no Centro de Terapia Intensiva (CTI).

Segundo o advogado Robson Lucas da Silva, o quadro clínico é estável dentro da gravidade.

“O quadro permanece grave, monitoramento permanente no CTI, mas não houve nenhuma evolução. Ele não melhorou, mas também não piorou, ele está equilibrado”, afirmou.

Advogado diz que não havia sinais prévios

O advogado relatou que esteve com Mourão por volta das 14h de quarta-feira (4) e disse que não percebeu indícios de que ele pudesse tentar contra a própria vida.

“Ele não apresentava sinais de que poderia cometer esse atentado contra a vida dele”, declarou.

PF prestou primeiros socorros

De acordo com a Polícia Federal, após o episódio os agentes prestaram os primeiros socorros imediatamente, utilizando adrenalina e desfibrilador para tentar reanimá-lo. Em seguida, Mourão foi encaminhado ao hospital.

O diretor-geral da PF, Andrei Rodrigues, determinou a abertura de inquérito interno para analisar as imagens registradas no local onde o suspeito estava detido.

Informação sobre morte foi corrigida

Na noite de quarta-feira (4), a corporação chegou a informar que Mourão havia morrido. Posteriormente, a Polícia Federal recuou da informação, afirmando que não havia confirmação de atestado de óbito.

Fontes ouvidas pela CNN Brasil indicaram que o próximo protocolo médico poderia ser o de morte encefálica, condição que no Brasil é considerada legalmente como óbito.

Segundo a defesa, porém, não há indicação de abertura desse protocolo neste momento.

“Houve um desencontro infeliz de informações. Não há, até agora, qualquer indicativo de protocolo de morte encefálica ou de quadro irreversível”, disse o advogado.


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