O ex-delegado-geral da Polícia Civil de Santa Catarina, Ulisses Gabriel, atualmente em pré-campanha para a Assembleia Legislativa (Alesc), comentou sua saída do governo e as polêmicas envolvendo o caso do cão Orelha. A declaração foi dada em entrevista à Rádio Cidade Tubarão 103.7 FM.
Durante agenda no Sul do estado, o pré-candidato destacou ações na área da segurança pública e respondeu a questionamentos sobre sua atuação no caso que ganhou repercussão estadual.
Agenda em SC e obra na segurança
Ulisses Gabriel afirmou que está percorrendo Santa Catarina para ouvir a população e reforçou a importância de investimentos na área.
“Estou licenciado na condição de pré-candidato e conversando, ouvindo as pessoas em todo o estado de Santa Catarina”, disse.
Ele também destacou a ordem de serviço para construção de uma delegacia e de um destacamento da Polícia Militar em Pescaria Brava.
“É um projeto muito bacana que firma essa parceria institucional entre prefeituras, o governador e também entre as polícias”, afirmou.
Balanço da gestão na Polícia Civil
Ao comentar sua passagem pela Polícia Civil, o ex-delegado-geral listou investimentos realizados durante sua gestão.
“Foram 568 novas viaturas, 1.319 computadores, mais de 100 delegacias que foram revitalizadas”, destacou.
Segundo ele, também houve investimentos em armamentos e equipamentos para reforçar a segurança no estado.
Caso cão Orelha e defesa
Sobre a polêmica envolvendo o caso do cão Orelha, Ulisses Gabriel negou ter conduzido o inquérito e afirmou ser alvo de perseguição.
“Eu nunca presidi o inquérito policial, eu apenas representei a nossa instituição nas coletivas”, declarou.
Ele também comentou sobre procedimentos abertos em relação ao caso.
“Um deles foi arquivado, o outro foi suspenso, porque há uma característica política em torno dessa questão de perseguição”, disse.
Impacto na pré-candidatura
Questionado sobre possíveis reflexos políticos, o pré-candidato afirmou não ver prejuízos.
“Não vejo que atrapalha, uma vez que as pessoas estão vendo a verdade. Contra fatos não há argumentos”, afirmou.
Ulisses Gabriel também ressaltou que o trabalho da Polícia Civil foi concluído e encaminhado aos órgãos competentes.
“O fato é que a Polícia Civil investigou, fez seu trabalho e encaminhou para o Ministério Público e para o Poder Judiciário”, concluiu.
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