Para muita gente, dançar parece mais diversão do que exercício. Mas especialistas afirmam que a atividade pode trazer benefícios semelhantes aos de treinos aeróbicos tradicionais — com a vantagem de ser mais prazerosa e, por isso, mais fácil de manter na rotina.
Pesquisas recentes indicam que a dança, quando praticada em intensidade moderada a vigorosa, pode melhorar a saúde cardiovascular, desenvolver força, equilíbrio e coordenação, além de auxiliar no controle da dor crônica.
Benefícios além do físico
Além do impacto no corpo, a dança também favorece a saúde mental. Estudos apontam melhora no humor, na memória e até redução de sintomas de depressão. Quando praticada em grupo, ainda amplia a socialização, fator importante para o bem-estar.
Como começar
Não é preciso experiência nem coreografia complexa. Especialistas recomendam:
- Escolher músicas animadas, com ritmo acelerado;
- Aquecer com movimentos leves;
- Dançar até suar e sentir a respiração acelerar;
- Movimentar braços e pernas para envolver o corpo todo.
Para quem prefere orientação, academias e plataformas digitais oferecem aulas de estilos variados, como hip-hop, Zumba e jazz.
No fim, a regra principal é simples: se movimentar e se divertir. A dança mostra que cuidar da saúde pode ser leve — e ao som da sua música favorita.
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