Enquanto o Supremo Tribunal Federal (STF) analisa um pedido de suspeição do ministro Dias Toffoli na relatoria do caso Master, o foco das atenções se volta para o conteúdo de cinco celulares apreendidos pela Polícia Federal (PF) com o banqueiro Daniel Vorcaro, dono da instituição financeira liquidada pelo Banco Central.
Segundo informações divulgadas, peritos conseguiram quebrar a criptografia dos aparelhos após a aquisição de novos programas capazes de acessar modelos mais recentes de celular. Vorcaro havia se recusado a fornecer as senhas durante depoimento prestado em dezembro do ano passado.
Receio entre parlamentares
Nos bastidores, parlamentares que mantinham proximidade com o empresário demonstram preocupação com possíveis mensagens, áudios, vídeos e registros de encontros realizados em imóveis de luxo no Rio de Janeiro e na Bahia.
Relatos apontam que reuniões e festas promovidas pelo banqueiro reuniam políticos em ambientes restritos, com controle de acesso e recolhimento de celulares dos convidados. A exceção seria o próprio anfitrião. Em um dos locais, haveria sistema amplo de monitoramento por câmeras.
O que interessa à investigação
De acordo com informações, a PF já teve acesso a imagens de sistemas de vigilância dos imóveis. O objetivo é mapear visitas e eventuais vínculos entre investigados e autoridades citadas no inquérito.
O simples contato, por si só, não configura crime, mas pode compor o conjunto de provas analisado pelas autoridades.
As investigações seguem em andamento, e o conteúdo extraído dos aparelhos pode ampliar o alcance do caso.
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