Homem é preso em Criciúma por compartilhar material de abuso sexual infantil

Ação da Polícia Federal apreendeu celulares e mídias digitais durante operação nacional de combate a crimes cibernéticos

José Demathé

Publicado em: 29 de janeiro de 2026

4 min.

Homem é preso em Criciúma por compartilhar material de abuso sexual infantil Foto: Divulgação

Um homem de 46 anos foi preso em flagrante na manhã desta quinta-feira (29), em Criciúma, no Sul de Santa Catarina, suspeito de compartilhar pela internet material contendo abuso sexual infantil. A prisão ocorreu durante a Operação P2J (Pedo to Jail), deflagrada pela Polícia Federal em todo o país.

De acordo com a Polícia Federal, foram cumpridos dois mandados de busca e apreensão no município. As investigações tiveram início a partir de um sistema avançado de monitoramento de tráfego de conteúdos ilegais na internet, utilizado para identificar locais suspeitos de compartilhamento desse tipo de material.

Arquivos ilegais foram encontrados na residência

Durante o cumprimento dos mandados, os policiais federais localizaram, na residência do investigado, arquivos contendo cenas de violência e exploração sexual contra crianças. No local, também foram apreendidas mídias de armazenamento digital e um telefone celular, que passarão por perícia.

Diante do material encontrado, o homem recebeu voz de prisão em flagrante e foi encaminhado à Delegacia da Polícia Federal em Criciúma, onde permanece à disposição da Justiça.

Operação P2J atua de forma permanente

A ação faz parte da Operação P2J, uma iniciativa contínua da Polícia Federal voltada ao combate à produção, armazenamento e compartilhamento de material relacionado ao abuso e à exploração sexual de crianças e adolescentes na internet. O nome da operação faz referência às redes P2P (peer-to-peer), frequentemente utilizadas para a disseminação desse tipo de conteúdo criminoso.

A operação conta com o apoio da Coordenação de Repressão aos Crimes Cibernéticos Relacionados ao Abuso e à Exploração Sexual Infantojuvenil, vinculada à Divisão de Crimes Cibernéticos da Polícia Federal, sediada em Brasília, no Distrito Federal.

Segundo a PF, ações como essa reforçam o compromisso das forças de segurança no enfrentamento a crimes que violam direitos fundamentais de crianças e adolescentes, especialmente no ambiente digital.


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