Mulher é presa em Florianópolis por suspeita no caso de corretora desaparecida

Suspeita foi presa após polícia encontrar pertences da corretora desaparecida em pousada de Florianópolis; investigação apura possível homicídio

Redação

Publicado em: 13 de março de 2026

4 min.
Mulher é presa em Florianópolis por suspeita no caso de corretora desaparecida - Foto: Reprodução

Mulher é presa em Florianópolis por suspeita no caso de corretora desaparecida - Foto: Reprodução

Uma mulher de 46 anos foi presa nesta quinta-feira (12), em Florianópolis, suspeita de envolvimento no desaparecimento da corretora de imóveis gaúcha Luciani Aparecida Estivalet Freitas, de 47 anos. A prisão ocorreu após a Polícia Civil encontrar diversos objetos da vítima em uma pousada onde a suspeita se apresentou como responsável.

Inicialmente, a detenção foi feita pelo crime de receptação. No entanto, durante a audiência de custódia realizada no mesmo dia, o juiz apontou a existência de indícios de homicídio e determinou a prisão temporária por 30 dias. A mulher negou participação no desaparecimento.

Pertences da vítima foram encontrados

A investigação ganhou força após compras feitas com o CPF da corretora após o desaparecimento. A Polícia Civil passou a monitorar os endereços de entrega dos produtos, todos em Florianópolis.

Durante o acompanhamento, um adolescente de 14 anos foi abordado ao retirar algumas encomendas. Ele disse que os itens seriam destinados ao irmão. A partir dessa informação, os policiais chegaram até a pousada onde estava a suspeita.

No local, os agentes encontraram duas malas com pertences da vítima, além de produtos comprados em nome dela, como arcos de balestra, controle de videogame e uma televisão. O carro da corretora, um HB20, também foi localizado na pousada.

Corpo encontrado pode ser da corretora

A Polícia Civil também investiga se um corpo esquartejado encontrado na quarta-feira (11) em Major Gercino, no Vale do Rio Tijucas, pertence à corretora desaparecida.

Segundo o Ministério Público de Santa Catarina (MPSC), há indícios de que a vítima teria sido morta e teve partes do corpo ocultadas em diferentes locais. Testemunhas relataram à polícia possível participação de outras pessoas no crime.

A identificação oficial do corpo ainda depende de exames periciais. Diante dos elementos levantados até o momento, o Ministério Público solicitou que o caso seja encaminhado ao Tribunal do Júri, por envolver possível crime contra a vida.


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