Operação Shape Fake prende mulher por venda ilegal de remédio para emagrecimento em SC

Polícia Civil apreende tirzepatida sem registro da Anvisa e investiga esquema de venda irregular por redes sociais dentro de órgão público na Capital

Vitor Wolff

Publicado em: 26 de fevereiro de 2026

4 min.
Operação Shape Fake prende mulher por venda ilegal de remédio para emagrecimento em SC - Foto: Divulgação/PCSC

Operação Shape Fake prende mulher por venda ilegal de remédio para emagrecimento em SC - Foto: Divulgação/PCSC

A Polícia Civil de Santa Catarina deflagrou a Operação Shape Fake e prendeu em flagrante uma mulher suspeita de comercializar ilegalmente medicamentos para emagrecimento dentro de um órgão público estadual, na Capital.

A ação foi conduzida pelo Setor de Investigações Criminais (SIC) da 1ª Delegacia de Polícia da Capital e resultou no cumprimento de dois mandados de busca e apreensão: um na residência da investigada e outro no local de trabalho.

O que foi apreendido

Durante as diligências, os policiais apreenderam:

  • Frascos-ampola contendo tirzepatida injetável;
  • Medicamentos sem registro na Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa);
  • Um aparelho celular utilizado nas negociações realizadas por redes sociais e aplicativo de mensagens.

De acordo com a Polícia Civil, a substância era oferecida como medicamento para emagrecimento, mesmo sem autorização sanitária para comercialização no Brasil.

Prisão em flagrante

A suspeita foi encaminhada à Central de Plantão Policial, onde foi lavrado o Auto de Prisão em Flagrante.

As investigações continuam para identificar a origem dos produtos e apurar se há outras pessoas envolvidas na cadeia de comercialização irregular.

Venda ilegal de medicamentos preocupa autoridades

Segundo a Polícia Civil, a comercialização de medicamentos irregulares pelas redes sociais tem se tornado recorrente, muitas vezes tratada de forma banal por quem pratica o crime.

A corporação alerta que a venda de substâncias sem registro e sem controle sanitário representa risco direto à saúde pública.

Quais são os riscos para quem compra

A aquisição de medicamentos sem prescrição médica, orientação profissional e procedência conhecida pode causar graves consequências, especialmente no caso de substâncias injetáveis. Entre os principais riscos estão:

  • Possível adulteração do produto;
  • Dosagem inadequada;
  • Efeitos adversos imprevisíveis;
  • Ausência de controle de qualidade e armazenamento.

Além disso, o uso de medicamentos sem acompanhamento médico pode agravar quadros clínicos e provocar complicações sérias.

A Polícia Civil reforça que denúncias sobre a venda irregular de medicamentos podem ser feitas de forma anônima às autoridades competentes.


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