Venda de ingressos para show de Harry Styles gera reclamações e pedidos de investigação

Reclamações de fãs sobre esgotamento irregular de entradas motivam pedidos de apuração por órgãos de defesa do consumidor e parlamentares

Redação

Publicado em: 27 de janeiro de 2026

3 min.
Venda de ingressos para show de Harry Styles gera reclamações e pedidos de investigação - Foto: Reprodução/YouTube

Venda de ingressos para show de Harry Styles gera reclamações e pedidos de investigação - Foto: Reprodução/YouTube

A venda de ingressos para os shows do cantor britânico Harry Styles, marcados para os dias 17 e 18 de julho, gerou uma série de reclamações por parte do público e motivou questionamentos de parlamentares sobre possíveis irregularidades no processo de comercialização.

Diante das queixas de fãs nas redes sociais, os deputados Guilherme Cortez e Erika Hilton, ambos do Psol, cobraram providências e levantaram suspeitas sobre o esgotamento considerado irregular das entradas. As manifestações apontam dificuldades tanto na compra online quanto presencial.

A deputada Erika Hilton informou que acionou a Secretaria Nacional do Consumidor (Senacon) e o Procon de São Paulo (Procon-SP), solicitando a apuração de possíveis falhas na venda e indícios de atuação organizada de cambistas. Segundo ela, há relatos que indicam problemas no acesso igualitário aos ingressos.

Já o deputado Guilherme Cortez reforçou o pedido de instalação de uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) na Assembleia Legislativa de São Paulo (Alesp), com o objetivo de investigar eventuais práticas ilegais por parte de produtoras e assegurar os direitos dos consumidores.

Entre os relatos publicados por fãs, há denúncias de pessoas que, mesmo estando entre as primeiras da fila presencial, não conseguiram adquirir ingressos por conta do suposto esgotamento antecipado. “Você pode me explicar como, sendo a primeira pessoa da fila presencial, não consegui comprar meu ingresso porque estava ‘esgotado’?”, questionou um fã em publicação direcionada à empresa responsável pela venda.

Em nota, a Ticketmaster afirmou que não apoia a revenda ilegal de ingressos, não realiza vendas antecipadas para cambistas e não mantém parcerias que privilegiem operadores de revenda em detrimento dos fãs. A empresa ressaltou ainda que considera incorretas quaisquer alegações em sentido contrário.

O caso segue repercutindo nas redes sociais e deve ser analisado pelos órgãos de defesa do consumidor acionados.


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