O ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) segue internado na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) de um hospital particular em Brasília. De acordo com informações médicas divulgadas neste domingo (15), o quadro clínico é considerado estável, mas ainda não há previsão de alta.
Segundo os profissionais responsáveis pelo atendimento, exames realizados nas últimas horas indicaram melhora na função renal. No entanto, houve elevação nos marcadores inflamatórios no sangue, o que levou a equipe médica a aumentar a dosagem de antibióticos utilizados no tratamento.
Bolsonaro está hospitalizado desde a manhã de sexta-feira (13) após ser diagnosticado com broncopneumonia bacteriana bilateral, uma infecção que afeta os pulmões e exige acompanhamento intensivo.
Tratamento inclui fisioterapia respiratória
Além do tratamento com antibióticos, os médicos decidiram intensificar as sessões de fisioterapia respiratória e motora, medidas que auxiliam na recuperação pulmonar e na manutenção das funções físicas durante a internação.
O boletim médico é assinado por uma equipe multidisciplinar composta pelo cirurgião-geral Cláudio Birolini, pelos cardiologistas Leandro Echenique e Brasil Caiado, além da direção da UTI e da direção clínica do hospital.
Sintomas levaram ao atendimento de emergência
A internação ocorreu depois que o ex-presidente apresentou sintomas que exigiram atendimento médico imediato. Ele foi socorrido pelo Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) e encaminhado ao hospital em Brasília.
Entre os sintomas relatados estavam:
- febre alta;
- queda na saturação de oxigênio;
- sudorese intensa;
- episódios de calafrios.
Visitas autorizadas e segurança reforçada
Por estar cumprindo pena no Complexo Penitenciário da Papuda, a permanência de Bolsonaro no hospital segue sob determinação judicial.
O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), autorizou que a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro permaneça como acompanhante durante a internação.
Também receberam permissão para visitas os filhos Flávio, Carlos, Jair Renan e Laura Bolsonaro, além da enteada Letícia.
Durante o período de hospitalização, o local conta com vigilância policial 24 horas, realizada pelo 19º Batalhão da Polícia Militar do Distrito Federal.
Outra medida imposta pela decisão judicial determina que celulares, computadores ou qualquer dispositivo eletrônico não podem entrar no quarto, exceto os equipamentos médicos necessários para o tratamento.
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