Santa Catarina passou a utilizar uma tecnologia de análise genética para identificar espécies de peixes comercializados no estado. O objetivo é reforçar a fiscalização e evitar fraudes, como a venda de produtos com rotulagem incorreta — prática que pode enganar consumidores e prejudicar produtores.
O equipamento, instalado no laboratório regional da Cidasc em Joinville, permite analisar o DNA de amostras de pescado com alto nível de precisão. A ferramenta será aplicada tanto em produtos frescos quanto congelados.
Fiscalização mais precisa no comércio
A iniciativa amplia a capacidade de controle sobre o pescado vendido em mercados e restaurantes. Na prática, será possível confirmar se o produto corresponde à espécie informada ao consumidor.
As coletas devem ocorrer com apoio de órgãos de defesa do consumidor e de metrologia, enquanto a Cidasc ficará responsável pelas análises laboratoriais e pela coordenação técnica do processo.
Combate a fraudes e mais transparência
A substituição de espécies por outras de menor valor é uma das principais irregularidades combatidas com o uso da tecnologia. Com a identificação genética, esse tipo de prática se torna mais fácil de detectar.
Além de proteger o consumidor, a medida também beneficia quem atua corretamente no setor, criando um ambiente mais justo para produtores e comerciantes.
Entre os principais impactos estão:
- Maior confiabilidade na compra de pescado
- Redução de práticas enganosas no mercado
- Fortalecimento da cadeia produtiva
- Mais rigor no controle de qualidade dos alimentos
Investimento e operação no Norte do estado
O sequenciador genético foi adquirido por meio de um programa estadual voltado ao setor pesqueiro e está sob operação da Cidasc em Joinville. A cidade é referência regional e atende municípios do Norte catarinense.
Estrutura modernizada amplia atuação
A implantação da tecnologia acompanha a modernização da estrutura da Cidasc na região. A nova unidade fortalece atividades como inspeção sanitária, controle de doenças e monitoramento da produção agropecuária.
A região Norte de Santa Catarina tem forte presença na produção de alimentos, incluindo pescados, mariscos e outros itens de origem aquícola, o que reforça a importância de investimentos em fiscalização e qualidade.
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