Dom Milton Zonta participou de uma entrevista nesta sexta-feira (31), na Rádio Cidade em Dia 89.1 FM, do Grupo SCTODODIA de Comunicação, conduzida pelo jornalista Denis Luciano. Recém-ordenado bispo coadjutor da Diocese de Criciúma, ele falou sobre a nova missão, os desafios da função e reflexões sobre fé e sociedade.
Durante a conversa, Dom Milton destacou que a nomeação ao episcopado representa uma mudança profunda em sua trajetória religiosa. Segundo ele, a nova função exige adaptação a um estilo de vida diferente e maior responsabilidade pastoral, especialmente por assumir uma diocese que até então não conhecia pessoalmente.
Mudança radical e nova missão
O bispo classificou a ordenação como uma transformação significativa. “É uma mudança de 180 graus, um outro tipo de trabalho e de responsabilidade”, afirmou.
Natural de Videira, Dom Milton contou que não buscava o cargo e que a nomeação feita pelo Papa foi recebida com surpresa. Ele também relatou o desafio de iniciar sua missão em uma região onde não tinha vínculos anteriores, destacando, no entanto, a acolhida positiva da comunidade local.
Igreja e sentido de unidade
Outro ponto abordado foi o papel da Igreja Católica na promoção da unidade entre os fiéis. Dom Milton ressaltou a importância da liturgia e da vivência comunitária como elementos que fortalecem a identidade religiosa.
Ele explicou que a Igreja mantém uma estrutura global que preserva a mesma mensagem em diferentes lugares, o que contribui para o sentimento de pertencimento entre os fiéis.
Fé, dúvidas e caminhada pessoal
Durante a entrevista, o bispo também refletiu sobre a experiência da fé, destacando que dúvidas e momentos de crise fazem parte da caminhada religiosa.
Segundo ele, a fé exige მუდმua renovação de compromisso, comparando esse processo à vida matrimonial, na qual decisões precisam ser reafirmadas ao longo do tempo.
Sociedade atual e desafios humanos
Dom Milton ainda analisou aspectos da sociedade contemporânea, apontando o individualismo e a busca excessiva por consumo como fatores que contribuem para sentimentos de vazio e solidão.
Para ele, a espiritualidade e a vivência comunitária podem ajudar a dar sentido à vida, especialmente quando associadas à prática do bem e da solidariedade.
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