Greve desafia Justiça e mantém serviços parados em Florianópolis

Educação e saúde seguem impactadas mesmo após decisão que determinou fim da paralisação em 24 horas

Redação

Publicado em: 4 de maio de 2026

3 min.
Greve desafia Justiça e mantém serviços parados em Florianópolis - Foto: Divulgação/Sintrasem

Greve desafia Justiça e mantém serviços parados em Florianópolis - Foto: Divulgação/Sintrasem

A greve dos servidores municipais de Florianópolis segue impactando serviços essenciais nesta segunda-feira (4), mesmo após o Tribunal de Justiça de Santa Catarina (TJSC) declarar o movimento ilegal e determinar a retomada das atividades em até 24 horas.

A paralisação foi iniciada pelo Sindicato dos Trabalhadores no Serviço Público (Sintrasem), após a categoria rejeitar a proposta apresentada pela prefeitura nas negociações da data-base.

Educação ainda sente efeitos da paralisação

Na rede municipal de ensino, o funcionamento segue com impacto parcial. De acordo com a prefeitura:

  • Escolas Básicas Municipais (EBMs):
    • 41 unidades com atendimento
    • Nenhuma unidade totalmente fechada
    • 23,1% dos profissionais em greve
  • Núcleos de Educação Infantil (NEIMs):
    • 82 unidades com atendimento
    • 2 unidades sem atendimento
    • 22,1% dos profissionais em greve

O Executivo municipal informou que houve redução no número de grevistas na educação em comparação aos dias anteriores.

Saúde tem adesão menor, mas serviços afetados

Na área da saúde, a adesão à greve é menor, mas ainda gera reflexos no atendimento:

  • 10,79% dos profissionais da saúde estão em greve

Os centros de saúde com maior impacto são:

  • Saco Grande
  • Novo Continente
  • Cachoeira do Bom Jesus
  • Rio Tavares

A orientação da prefeitura é que a população busque informações antes de sair de casa.

Orientação para pacientes

Pacientes que precisarem de atendimento devem entrar em contato com o serviço Alô Saúde Floripa, que pode orientar e, em alguns casos, resolver demandas de forma remota.

  • Telefone: 0800 333 3233

Decisão judicial e impasse

A decisão do TJSC, emitida na última quinta-feira (30), considerou a greve ilegal e determinou o retorno imediato dos serviços. Mesmo assim, a paralisação continua, evidenciando o impasse entre servidores e administração municipal.

A prefeitura não informou novas medidas até o momento, enquanto o sindicato mantém a mobilização da categoria.


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