Banido da Uber por suposto racismo, marido de Júlia Zanatta tenta reverter decisão

Motorista que atendeu Guilherme Colombo acusou passageira de ter cantado "boi da cara preta"

Imagem ilustrativa criada com Inteligência Artificial.
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O marido de Júlia Zanatta, Guilherme Colombo está banido da Uber como passageiro. Isso porque um motorista denunciou sua conta ao aplicativo, porque uma mulher que estava com Colombo teria cantado "boi da cara preta" para o motorista, após ela o questionar sobre qual a opinião do motorista a respeito do governo Lula. 

Guilherme Colombo tenta, judicialmente, reverter a decisão da Uber. Ele ingressou também com um pedido de indenização por danos morais, mas não obteve resposta favorável. O processo, que segue em segredo de Justiça, ainda não teve um desfecho. 

Em nota oficial, Guilherme se pronunciou. Veja a seguir:

"Iniciei uma ação legal contra o Uber respondendo ao bloqueio injustificado de minha conta por denúncia infundada e politicamente motivada, dentro da plataforma. Sem evidências concretas, este caso parece ser uma tentativa de manchar minha reputação mais do que expressar preocupações legítimas. Nunca fui processado por racismo, e a falta de acusações formais deste caso demonstra a fragilidade das alegações contra mim. Não serei acusado injustamente. Meu repúdio a quem banaliza um assunto tão sério", finaliza a nota oficial de Guilherme Colombo.

Reportagem original: Érik Borges

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