“Governo Lula não cuida do dinheiro público”, diz Ricardo Guidi

Pré-candidato a prefeito de Criciúma faz oposição ao governo petista na Câmara dos Deputados

Imagem ilustrativa criada com Inteligência Artificial.
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Ele foi da base governista no período em que Jair Bolsonaro foi presidente do Brasil. Já no governo Lula, embora o PSD (partido em que ele estava) tivesse três ministérios e se declarasse como base governista do presidente Lula, Ricardo Guidi se manteve fiel ao bolsonarismo e se colocou como oposição ao governo petista. 

Filiado ao PL, com apoio do governador Jorginho Mello, Júlia Zanatta, Jessé Lopes e demais correligionários, Ricardo Guidi se coloca como centro-direita ideologicamente falando e continua na Câmara dos Deputados por mais algum tempo até se oficializar como candidato a prefeito no período de campanha eleitoral em Criciúma. Até lá, continua firme e forte na oposição ao governo petista.

De acordo com ele, o governo Lula não cuida do dinheiro público e fez um comparativo com o governo de Bolsonaro, destacando pontos entre um governo e outro. Aliás, confirmou a vinda de Jair Bolsonaro a Criciúma. "Eu falei com ele duas vezes recentemente ele me confirmou que vem", diz Guidi. 

Também foi questionado em entrevista à Rádio Cidade em Dia sobre as mudanças de pré-candidatos no PSD. Inicialmente, a sigla apontou Arleu da Silveira, depois de última hora colocou Vaguinho Espíndola como pré-candidato. "Isso não é problema meu", responde Guidi. Ele também aproveitou para confirmar que está em conversas com tradicionais partidos da cidade, como o PP e MDB, para firmar alianças. Falou sobre o Republicanos e revelou que muitas lideranças do partido gostariam de apoiá-lo na campanha, mas que havia uma ordem em nível estadual do diretório do partido Republicanos para que eles apoiassem a chapa do PSD.

"A cidade parou de crescer"

O pré-candidato pelo PL analisa que a cidade parou de crescer. Segundo ele, Criciúma está fora do mapa dos investimentos atualmente. "Já fomos a quarta cidade em população e economicamente falando. Hoje somos a oitava em população e já passamos da 10ª em economia. Criciúma precisa voltar a crescer. E nisso temos o apoio do Governo do Estado", pontua Guidi.
 

Reportagem original: Érik Borges

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